quinta-feira, 23 de julho de 2009

Telefônica recebe multa de R$ 1,9 milhão

Qui, 23 Jul - 02h23

O Cade impôs ontem multa de R$ 1,9 milhão à Telefônica por descumprimento parcial de uma medida preventiva do próprio conselho, adotada em dezembro do ano passado. A medida, composta de 16 itens, fixou regras para que a Telefônica informasse adequadamente um grupo de 1,1 milhão de usuários paulistas sobre as opções existentes para assinar um provedor de internet. Após verificar denúncias da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), o Cade concluiu que a Telefônica descumpriu cinco itens da medida.

A empresa, por exemplo, não divulgou, na íntegra, comunicados aos usuários sobre a exigência de provedores para acessar a rede, como manda a lei. Essas informações deveriam ter sido expostos nos sites da Telefônica e nas contas impressas enviadas aos clientes.

Pela decisão, a Telefônica terá 30 dias para recolher a multa, a contar da publicação da decisão no Diário Oficial da União. O diretor jurídico da Telefônica, Gustavo Fleichman, afirmou que a empresa "ainda não decidiu se vai ou não recorrer da punição".

A polêmica teve origem em 2007, quando a Justiça de São Paulo deu liminar autorizando os usuários do Speedy a entrarem na rede sem assinarem um provedor como intermediário. Um ano depois, essa liminar foi derrubada a pedido da Anatel. No entanto, um grupo de 1,1 milhão de pessoas já acessava a rede diretamente e a Telefônica foi obrigada a migrá-los para um provedor. A SDE determinou, então, o bloqueio do acesso desses usuários à web, medida que foi reformada pelo Cade. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: MacWorld


Hackers terão mais facilidade para invadir banco de dados Oracle

Qui, 23 Jul - 10h11

Por Jim Finkle

BOSTON (Reuters) - Os hackers em breve disporão de uma nova e poderosa ferramenta para invadir bancos de dados da Oracle, o principal software de negócios usado por empresas para armazenar informação eletrônica.

Especialistas em segurança desenvolveram uma ferramenta de software automatizada e fácil de utilizar que pode permitir invasões remotas de bancos de dados da Oracle, via Internet, para simular ataques contra sistemas de computadores, mas os vilões virtuais podem usá-la para pirataria.

Os autores da ferramenta a desenvolveram por meio de um controverso projeto de software de código aberto conhecido como Metasploit, que distribui seus programas gratuitos via Web.

Chris Gates, um especialista em testes de segurança que desenvolveu a ferramenta Metasploit, deve lançá-la na semana que vem na conferência anual Black Hat, em Las Vegas, na qual milhares de especialistas em segurança e hackers se reunirão para trocar segredos profissionais.

"Qualquer pessoa dotada da capacidade e conhecimento requeridos poderia baixar e operar o programa", disse Pete Finnigan, um consultor independente que se especializa na segurança de produtos Oracle e assessora grandes empresas e agências governamentais.

Ele ainda não estudou a ferramenta para a Oracle, mas conhece outros softwares do projeto Metasploit e diz que funcionam ao automatizar muitos dos complicados procedimentos requeridos para se invadir bancos de dados da empresa, permitindo até ação de amadores.

A Oracle, que preferiu não comentar o assunto, já lançou atualizações para proteger seus produtos contra as vulnerabilidades que a ferramenta Metasploit explora. Mas algumas empresas são lentas na atualização de seus sistemas e por isso podem ficar vulneráveis a atacantes que utilizem a nova ferramenta. Elas contratam consultores como Gates para ajudá-las a garantir que estejam protegidas.

Há ferramentas de invasão Metasploit disponíveis para outros programas, como o Windows e os navegadores Firefox e Internet Explorer.

Mas Gates diz que esse é o primeiro programa do Metasploit a tomar por alvo os bancos de dados da Oracle.

Fonte: Reuters


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Usuários são ponto fraco na segurança da computação,diz relatório

Qua, 22 Jul - 12h05

WASHINGTON (Reuters) - A popularidade do Facebook e de outros sites populares de redes sociais ofereceu aos hackers novas maneiras de roubar dinheiro e informações, afirma a companhia de segurança na computação Sophos em relatório divulgado nesta quarta-feira.

Cerca de metade das empresas bloqueiam total ou parcialmente o acesso a sites de redes sociais devido a preocupações sobre invasões originadas a partir deles, de acordo com o estudo.

"As constatações da pesquisa também revelaram que 63 por cento dos administradores de sistemas tem preocupação sobre funcionários de suas companhias oferecerem informações pessoais demais em suas páginas, o que coloca em risco a infraestrutura empresarial e os dados nela armazenados", anunciou a Sophos.

E isso acontece apesar de anos de pedidos aos usuários de computadores para que mantenham reservadas suas informações pessoais e recusem abrir arquivos anexados a emails vindos de fontes desconhecidas.

Um resultado do problema é que um quarto das empresas foram atingidas por ataques de spam, phishing ou malware conduzidos via Twitter ou outros sites de redes sociais, disse Sophos.

"Phishing" refere-se ao uso de emails ou outros canais online para convencer possíveis vítimas a revelarem informações pessoais tais como senhas ou números de contas bancárias. Malware é o termo usado para designar softwares malignos, muitas vezes criados para ajudar em invasões de sistemas de computadores.

A Sophos também constatou que o número de páginas Web contendo malware quadruplicou desde o começo de 2008, com os Estados Unidos abrigando 39,6 por cento do total, mais do que qualquer outro país. A China ocupa o segundo posto, com 14,7 por cento.

A Sophos, que tem sede dupla no Reino Unido e nos EUA, é a maior produtora de software de segurança de capital fechado.

Fonte: Reuters


LG Electronics tem lucro trimestral recorde no 2o trimestre

Qua, 22 Jul - 09h53

Por Marie-France Han e Rhee So-eui

SEUL (Reuters) - A LG Electronics divulgou um lucro trimestral recorde, puxado por vendas expressivas de celulares e televisores, o que a ajudou a ganhar participação de mercado das concorrentes Nokia e Motorola.

Contudo, preocupações sobre margens de lucro mais fracas podem impedir um rali das ações da companhia.

A LG Electronics está se beneficiando da fraqueza da moeda local e de uma forte linha de televisores de tela plana, celulares e outros produtos, incluindo o aparelho multimídia sensível a toque ARENA.

A companhia, que concorre com a Samsung Electronics e a Sony no mercado de televisores com display de cristal líquido (LCD), também está desfrutando de vendas robustas e da melhora das margens de lucro de televisores de tela plana.

Mas há dúvidas sobre se a LG pode manter um crescimento tão forte, após a companhia ter dito que as margens de lucro dos celulares no terceiro trimestre podem cair levemente.

"O segundo trimestre normalmente é a melhor temporada para a LG", disse Choi Hyun-jae, analista da Tong Yang Securities.

A unidade que fabrica ar condicionado da LG, a maior do mundo, geralmente registra as margens e vendas mais altas no segundo trimestre.

"Os riscos econômicos globais continuam e a feroz competitividade entre novos produtos também pode resultar em reduções de preço", explicou Choi.

O cenário global está melhorando, mas isso não se traduz em melhor demanda, disseram executivos da companhia.

A LG, que fica atrás da Nokia e da Samsung no segmento de celulares, vendeu um recorde de 29,8 milhões de aparelhos no segundo trimestre, ante 22,6 milhões de unidades comercializadas de janeiro a março.

A companhia divulgou margem de lucro operacional de 11 por cento no segmento de celulares, contra 6,7 por cento no primeiro trimestre, número que Choi afirma ser "bem extraordinário".

O lucro trimestral líquido saltou 62 por cento frente ao ano anterior, para 1,15 trilhão de wons, registrando uma forte recuperação em relação ao prejuízo líquido de 198 bilhões de wons de janeiro a março.

As vendas globais da companhia alcançaram 14,5 trilhões de wons, alinhadas às expectativas.

Fonte: Reuters


Hélio Costa pede liberação das vendas do Speedy

Qua, 22 Jul - 02h39

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, defendeu ontem o fim da proibição à venda do serviço de banda larga Speedy, da Telefônica. Segundo ele, "o castigo" já foi cumprido e a empresa demonstrou que está adotando medidas para solucionar os problemas. Manter a proibição às vendas, para ele, pode prejudicar o consumidor.

"Acho que se deve suspender assim que (a empresa) tiver demonstrado disposição e boa vontade de resolver em caráter definitivo a questão", disse o ministro. Segundo ele, a pena imposta pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem função de corrigir os erros, mas não pode punir o consumidor. Na avaliação de Hélio Costa, a proibição da venda, em vigor desde o dia 23 de junho, já cumpriu seu papel. "Houve uma repercussão nacional, a empresa está consciente de que precisa se modernizar, investir no setor, melhorar o atendimento", acrescentou.

Hélio Costa também cobrou explicações da Anatel pela demora na implantação de um modelo de custos, que permitiria ao órgão regulador ter um mecanismo mais moderno de fiscalização das ações das empresas de telecomunicações. Esse modelo de detalhamento contábil dos gastos e receitas das empresas também é usado para calcular os reajustes tarifários e conceder aumentos compatíveis com investimentos e custos.

"A agência está autorizada, há mais de três anos, a contratar uma consultoria para fazer esse serviço. Tudo o que tinha de ser decidido pelo Ministério das Comunicações está decidido, a agência é que tem de tomar a iniciativa de contratar essa consultoria", disse o ministro. Ele afirmou que encaminhará um ofício à Anatel para pedir explicações sobre a demora e lembrou que há até mesmo recursos disponíveis da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para a contratação de uma consultoria que ficará responsável pela elaboração do modelo. "Tem recurso, tem tudo. Então, tem de fazer. Acho que isso resolve uma série de problemas", afirmou. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: MacWorld


terça-feira, 21 de julho de 2009

Casal é preso por contratar matador de aluguel por SMS

Seg, 20 Jul - 14h18

Contratado recusou o serviço e entregou seu celular ao FBI

Por Stella Dauer

A utilidade das mensagens de texto dos celulares é indiscutível. Um casal de Indiana, Estados Unidos, tentou contratar um assassino por encomenda via SMS , mas acabou preso após serem descobertos pela polícia.

De acordo com o site Switched Heidi Friedburg e seu namorado William Alexander planejavam matar o ex-namorado dela, e estavam tentando contratar um antigo colega de trabalho de Friedburg como matador de aluguel via mensagens de texto. O possível assassino deveria atirar no homem que tentava ganhar a custódia do filho que tinha tido acidentalmente com Friedburg.

Uma das mensagens dizia “Serei responsabilizada imediatamente se não parecer um acidente” e outra pedia ao homem contratado que informasse o momento em que o crime tivesse sido cometido, para que ela encontrasse um álibi forte o bastante para que o casal não fossem declarados suspeitos, noticiou o site The News Dispatch . Eles ofereceram US$ 200 para os gastos com a gasolina e uma piscina plástica para carregar o corpo.

O ex-colega de trabalho de Friedburg parece não ter aceitado o trabalho, porque se dirigiu até o FBI e entregou seu celular com as mensagens de texto à polícia, uma prova concreta da intenção do assassinato. Friedburg e Alexander foram presos em flagrante com a acusação de conspiração de assassinato interestadual. Se declarados culpados, poderão passar 10 anos na cadeia.

Fonte: Magnet


Samsung prevê investir US$4,3 bilhões em pesquisa "verde"

Seg, 20 Jul - 15h00

Por Cho Meeyoung e Rhee So-eui

SEUL, 20 de julho (Reuters) - A Samsung Electronics informou nesta segunda-feira que deve investir 5,4 trilhões de wons (4,3 bilhões de dólares) em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias verdes. A empresa tem como meta se tornar líder na área até 2013.

Do total, 3,1 trilhões de wons serão injetados no desenvolvimento de produtos que causam menos impacto no meio-ambiente e o restante será aplicado em tecnologias de economia de energia e em instalações produtivas.

A companhia, maior fabricante de chips de memória do mundo, não detalhou como financiará as iniciativas, mas tinha cerca de 5,3 trilhões de wons em caixa até o final de março.

"Essa iniciativa vai envolver todas as nossas operações no mundo, fornecedores e todo o ciclo de produtos Samsung", afirmou o presidente-executivo da companhia, Yoon-woo Lee.

O plano da Samsung inclui redução de emissões de gases causadores do efeito estufa nas instalações produtivas da empresa em 50 por cento, redução das emissões indiretas causadas por todos os produtos em 84 milhões de toneladas até 2013, e assegurar que todos os produtos sejam mais ambientalmente amigáveis por meio da melhoria na eficiência no consumo de energia.

As operações de chips e telas de cristal líquido da Samsung, importantes emissoras de gases estufa, investirão "significativas" somas de recursos para reduzir a poluição, informou a empresa.

Fonte: Reuters