A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje, em caráter preliminar, a operação de compra da Intelig Telecomunicações pela TIM Participações, informou há pouco a assessoria de imprensa da agência reguladora. Também por intermédio da assessoria, a agência informou que a aprovação é prévia e que, se houver sobreposições de áreas de atuação das prestadoras de serviço, será dado um prazo de 18 meses para que sejam desfeitas.
A aquisição da Intelig, que pertencia à Docas Investimentos, foi feita em abril deste ano e permitirá à TIM modificar seu perfil. Com o negócio, a operadora quer ampliar sua capacidade de transmissão de dados para atuar como provedora de acesso à internet e ganhar capilaridade nas áreas metropolitanas, onde o tráfego é crescente.
Em nota distribuída há pouco, a TIM se declarou "satisfeita" com a aprovação prévia. "A conclusão do negócio, que após a aprovação da Anatel fica mais próxima, contribuirá para modificar estruturalmente o perfil da TIM ampliando as oportunidades de desenvolvimento da empresa", conclui a nota da empresa. (Isabel Sobral)
Fonte: AgênciaEstado
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Portugal Telecom tem lucro 20% menor no 2o tri
Qui, 06 Ago - 07h53
LISBOA (Reuters) - A Portugal Telecom divulgou nesta quinta-feira queda de 20 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, em linha com expectativas do mercado.
A companhia, que divide com a Telefónica o controle da operadora celular Vivo no Brasil, teve um lucro líquido de 89,7 milhões de euros no segundo trimestre. No semestre, o lucro avançou 1,7 por cento, para 256 milhões de euros.
As receitas recuaram 2,5 por cento no trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 1,63 bilhão de euros.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 1,6 por cento, para 594,9 milhões de euros.
Analistas consultados pela Reuters em média esperavam lucro líquido de 90 milhões de euros, receitas de 1,64 bilhão e Ebitda de 558 milhões de euros.
Ativos internacionais, principalmente a Vivo, contribuíram com 41 por cento do Ebitda da Portugal Telecom no primeiro semestre, ante 35 por cento um ano atrás.Adicionar ao Meu Yahoo! RSS
Portugal Telecom tem lucro 20% menor no 2o tri
Reuters Qui, 06 Ago - 07h53
LISBOA (Reuters) - A Portugal Telecom divulgou nesta quinta-feira queda de 20 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, em linha com expectativas do mercado.
A companhia, que divide com a Telefónica o controle da operadora celular Vivo no Brasil, teve um lucro líquido de 89,7 milhões de euros no segundo trimestre. No semestre, o lucro avançou 1,7 por cento, para 256 milhões de euros.
As receitas recuaram 2,5 por cento no trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 1,63 bilhão de euros.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 1,6 por cento, para 594,9 milhões de euros.
Analistas consultados pela Reuters em média esperavam lucro líquido de 90 milhões de euros, receitas de 1,64 bilhão e Ebitda de 558 milhões de euros.
Ativos internacionais, principalmente a Vivo, contribuíram com 41 por cento do Ebitda da Portugal Telecom no primeiro semestre, ante 35 por cento um ano atrás.
Fonte: Pc World
LISBOA (Reuters) - A Portugal Telecom divulgou nesta quinta-feira queda de 20 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, em linha com expectativas do mercado.
A companhia, que divide com a Telefónica o controle da operadora celular Vivo no Brasil, teve um lucro líquido de 89,7 milhões de euros no segundo trimestre. No semestre, o lucro avançou 1,7 por cento, para 256 milhões de euros.
As receitas recuaram 2,5 por cento no trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 1,63 bilhão de euros.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 1,6 por cento, para 594,9 milhões de euros.
Analistas consultados pela Reuters em média esperavam lucro líquido de 90 milhões de euros, receitas de 1,64 bilhão e Ebitda de 558 milhões de euros.
Ativos internacionais, principalmente a Vivo, contribuíram com 41 por cento do Ebitda da Portugal Telecom no primeiro semestre, ante 35 por cento um ano atrás.Adicionar ao Meu Yahoo! RSS
Portugal Telecom tem lucro 20% menor no 2o tri
Reuters Qui, 06 Ago - 07h53
LISBOA (Reuters) - A Portugal Telecom divulgou nesta quinta-feira queda de 20 por cento no lucro líquido do segundo trimestre, em linha com expectativas do mercado.
A companhia, que divide com a Telefónica o controle da operadora celular Vivo no Brasil, teve um lucro líquido de 89,7 milhões de euros no segundo trimestre. No semestre, o lucro avançou 1,7 por cento, para 256 milhões de euros.
As receitas recuaram 2,5 por cento no trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para cerca de 1,63 bilhão de euros.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 1,6 por cento, para 594,9 milhões de euros.
Analistas consultados pela Reuters em média esperavam lucro líquido de 90 milhões de euros, receitas de 1,64 bilhão e Ebitda de 558 milhões de euros.
Ativos internacionais, principalmente a Vivo, contribuíram com 41 por cento do Ebitda da Portugal Telecom no primeiro semestre, ante 35 por cento um ano atrás.
Fonte: Pc World
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Costa: retomada das vendas da Speedy deve demorar alguns dias
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse hoje que ainda deve demorar "alguns dias" para que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decida sobre a retomada da venda de novas assinaturas do serviço de banda larga Speedy, da empresa Telefônica, em São Paulo.
"A Anatel ainda não se sente segura, e nós fizemos algumas avaliações aqui no Ministério, para acompanhar os procedimentos da empresa", afirmou Hélio Costa, acrescentando que é "impossível, hoje" fazer uma previsão de data sobre a retomada da venda de assinaturas.
Questionado sobre quais seriam as dificuldades que a Telefônica enfrenta para melhorar os seus serviços, Costa evitou dar detalhes, mas disse entender que a empresa está fazendo um esforço para isso. "Mas isso não é uma coisa simples, que se resolve da noite para o dia", afirmou o ministro.
Fonte: MacWorld
"A Anatel ainda não se sente segura, e nós fizemos algumas avaliações aqui no Ministério, para acompanhar os procedimentos da empresa", afirmou Hélio Costa, acrescentando que é "impossível, hoje" fazer uma previsão de data sobre a retomada da venda de assinaturas.
Questionado sobre quais seriam as dificuldades que a Telefônica enfrenta para melhorar os seus serviços, Costa evitou dar detalhes, mas disse entender que a empresa está fazendo um esforço para isso. "Mas isso não é uma coisa simples, que se resolve da noite para o dia", afirmou o ministro.
Fonte: MacWorld
TIM espera voltar a ter lucro trimestral até final do ano
O presidente da TIM, Luca Luciani, afirmou nesta tarde que a empresa espera retomar o caminho do lucro ainda no segundo semestre deste ano. A última vez que a TIM registrou lucro trimestral foi no quarto trimestre do ano passado, de R$ 299,6 milhões.
Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2008, a TIM informou hoje uma redução de 77% no prejuízo líquido, que ficou em R$ 15,2 milhões, ante prejuízo de R$ 66,2 milhões do segundo trimestre do ano passado.
Fonte: Agência Estado
Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2008, a TIM informou hoje uma redução de 77% no prejuízo líquido, que ficou em R$ 15,2 milhões, ante prejuízo de R$ 66,2 milhões do segundo trimestre do ano passado.
Fonte: Agência Estado
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Cenário: vendas de aparelhos celulares começam a esboçar reação
Seg, 03 Ago - 14h45
A produção de aparelhos celulares começa a reagir e aponta que o segundo semestre promete vendas melhores. A desova dos estoques pela indústria em maio contribui para a melhora nas perspectivas. Com os efeitos da crise, as vendas de bens de duráveis como um todo no varejo, incluindo celulares, foram reduzidas no início do ano. No entanto, as vendas no varejo de aparelhos no Dia das Mães e dos Namorados apresentaram recuperação.
O cenário de Comércio e Serviços, também disponível para assinantes de Telecom e TI, releva que, até o momento, os serviços adicionais agregados aos clientes, com a migração da tecnologia GSM para 3G, que permite o acesso à internet rápida, não estão sendo suficientes para alavancar as vendas.
Por Rodrigo Petry.
A versão completa dos cenários está disponível para os assinantes na área de Análises & Cenários. Para mais informações, ligue para 0800 11 3000.
Fonte: MacWorld
A produção de aparelhos celulares começa a reagir e aponta que o segundo semestre promete vendas melhores. A desova dos estoques pela indústria em maio contribui para a melhora nas perspectivas. Com os efeitos da crise, as vendas de bens de duráveis como um todo no varejo, incluindo celulares, foram reduzidas no início do ano. No entanto, as vendas no varejo de aparelhos no Dia das Mães e dos Namorados apresentaram recuperação.
O cenário de Comércio e Serviços, também disponível para assinantes de Telecom e TI, releva que, até o momento, os serviços adicionais agregados aos clientes, com a migração da tecnologia GSM para 3G, que permite o acesso à internet rápida, não estão sendo suficientes para alavancar as vendas.
Por Rodrigo Petry.
A versão completa dos cenários está disponível para os assinantes na área de Análises & Cenários. Para mais informações, ligue para 0800 11 3000.
Fonte: MacWorld
TIM reduz prejuízo a R$15,2 mi no 2o trimestre
Ter, 04 Ago - 07h39
SÃO PAULO (Reuters) - A operadora de telefonia celular TIM anunciou na noite de segunda-feira prejuízo líquido de 15,2 milhões de reais ante perda um ano antes de 66,3 milhões de reais e de 144 milhões de reais nos primeiros três meses de 2009.
A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 736 milhões de reais ante 637 milhões de reais no mesmo período de 2008. A margem avançou de 20 para 22,3 por cento.
A base total de assinantes encerrou o trimestre com 37,8 milhões de clientes, aumento de 11,9 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado.
A receita média por assinante caiu na comparação anual. O Arpu foi de 26,6 reais no trimestre passado, queda de 11 por cento sobre o verificado um ano antes. "A queda em bases anuais deve-se em grande parte ao declínio da base de assinantes pós-pago (recuo de 8,9 por cento), à deterioração do mix pós-pago", informou a TIM no balanço.
Os custos da operação subiram ligeiros 0,8 por cento na comparação anual, para 2,568 bilhões de reais no segundo trimestre.
A receita líquida da companhia encerrou o trimestre passado em 3,304 bilhões de reais alta de 3,7 por cento ante ao faturamento obtido um ano antes.
Fonte: Reuters
SÃO PAULO (Reuters) - A operadora de telefonia celular TIM anunciou na noite de segunda-feira prejuízo líquido de 15,2 milhões de reais ante perda um ano antes de 66,3 milhões de reais e de 144 milhões de reais nos primeiros três meses de 2009.
A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou 736 milhões de reais ante 637 milhões de reais no mesmo período de 2008. A margem avançou de 20 para 22,3 por cento.
A base total de assinantes encerrou o trimestre com 37,8 milhões de clientes, aumento de 11,9 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado.
A receita média por assinante caiu na comparação anual. O Arpu foi de 26,6 reais no trimestre passado, queda de 11 por cento sobre o verificado um ano antes. "A queda em bases anuais deve-se em grande parte ao declínio da base de assinantes pós-pago (recuo de 8,9 por cento), à deterioração do mix pós-pago", informou a TIM no balanço.
Os custos da operação subiram ligeiros 0,8 por cento na comparação anual, para 2,568 bilhões de reais no segundo trimestre.
A receita líquida da companhia encerrou o trimestre passado em 3,304 bilhões de reais alta de 3,7 por cento ante ao faturamento obtido um ano antes.
Fonte: Reuters
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Teles podem ganhar mais espaço para a banda larga
Sex, 31 Jul - 01h16
As empresas de telefonia levaram a melhor, pelo menos por enquanto, na disputa bilionária com as operadoras de TV por assinatura por mais espaço para prestar serviços de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem uma proposta que tira parte da frequência de 2,5 gigahertz (GHz) das operadoras de TV paga que usam o sistema de micro-ondas terrestres (MMDS) e a destina para a telefonia celular e banda larga móvel. A proposta ficará em consulta pública por 45 dias e ainda poderá ser modificada.
O argumento da Anatel para sustentar a decisão é que há uma demanda crescente no Brasil por serviços de conexão à internet em alta velocidade, principalmente pela banda larga móvel. O conselheiro da Anatel Antônio Bedran disse que a agência seguiu orientação da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e usou como base a projeção feita pela própria Anatel para a expansão do mercado.
A previsão é de que, em 2015, haverá no Brasil 228 milhões de acessos de telefonia móvel, incluindo modems de banda larga, enquanto o setor de TV por assinatura na tecnologia MMDS terá apenas um milhão de assinantes. A Anatel argumenta ainda que, quanto maior for o número de usuários de telefonia, mais baratos ficarão os serviços e os equipamentos. Hoje, há 160 milhões de telefones celulares no Brasil.
As operadoras de telefonia celular alegam que as faixas de que elas dispõem atualmente não são suficientes para o crescimento da demanda e para absorver novas tecnologia, como a quarta geração da telefonia celular. As operadoras de TV por assinatura querem continuar a usar essa frequência, hoje destinada apenas aos serviços de TV paga, para prestar serviços de acesso à internet rápida pela tecnologia de banda larga sem fio WiMAX. Técnicos da Anatel garantem que a faixa de 50 MHZ é suficiente para que os serviços de MMDS sejam competitivos com outras tecnologias de TV por assinatura, como TV a cabo e via satélite. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
As empresas de telefonia levaram a melhor, pelo menos por enquanto, na disputa bilionária com as operadoras de TV por assinatura por mais espaço para prestar serviços de banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem uma proposta que tira parte da frequência de 2,5 gigahertz (GHz) das operadoras de TV paga que usam o sistema de micro-ondas terrestres (MMDS) e a destina para a telefonia celular e banda larga móvel. A proposta ficará em consulta pública por 45 dias e ainda poderá ser modificada.
O argumento da Anatel para sustentar a decisão é que há uma demanda crescente no Brasil por serviços de conexão à internet em alta velocidade, principalmente pela banda larga móvel. O conselheiro da Anatel Antônio Bedran disse que a agência seguiu orientação da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e usou como base a projeção feita pela própria Anatel para a expansão do mercado.
A previsão é de que, em 2015, haverá no Brasil 228 milhões de acessos de telefonia móvel, incluindo modems de banda larga, enquanto o setor de TV por assinatura na tecnologia MMDS terá apenas um milhão de assinantes. A Anatel argumenta ainda que, quanto maior for o número de usuários de telefonia, mais baratos ficarão os serviços e os equipamentos. Hoje, há 160 milhões de telefones celulares no Brasil.
As operadoras de telefonia celular alegam que as faixas de que elas dispõem atualmente não são suficientes para o crescimento da demanda e para absorver novas tecnologia, como a quarta geração da telefonia celular. As operadoras de TV por assinatura querem continuar a usar essa frequência, hoje destinada apenas aos serviços de TV paga, para prestar serviços de acesso à internet rápida pela tecnologia de banda larga sem fio WiMAX. Técnicos da Anatel garantem que a faixa de 50 MHZ é suficiente para que os serviços de MMDS sejam competitivos com outras tecnologias de TV por assinatura, como TV a cabo e via satélite. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Reajuste de tarifas deve ser de 1%
Qui, 30 Jul - 01h19
O reajuste das tarifas de telefonia fixa deverá ficar próximo de 1%, segundo cálculos de uma fonte da Anatel. O conselho diretor do órgão regulador deverá aprovar, em sua reunião de hoje, a revisão da norma do Índice dos Serviços de Telecomunicações (IST), que passou a corrigir as tarifas em 2006, substituindo o IGP-DI.
Com base na revisão da norma, a agência terá elementos técnicos para incluir na pauta de votações o processo do reajuste de tarifas, o que pode ficar para a próxima semana. As empresas querem aumento de 2%, mas diante dos descontos que serão promovidos pela Anatel, a título de produtividade, o reajuste deve ficar próximo de 1%.
No fim de semana passado, completou-se um ano do último aumento, que foi de 3%, em média, para empresas como a Telefônica e a Oi. Pela legislação, que proíbe reajustes de tarifas em períodos inferiores a 12 meses, a Anatel estaria liberada para conceder o aumento.
O reajuste, quando autorizado, valerá para as ligações fixas locais, interurbanos e chamadas feitas de telefones fixos para celulares. No Brasil, há hoje cerca de 40 milhões de telefones fixos e 159,6 milhões de celulares.
Depois de autorizadas pela Anatel, as empresas só podem cobrar o aumento depois de publicarem as novas tarifas, por dois dias consecutivos, em jornais de grande circulação da sua área de atuação. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: MacWorld
O reajuste das tarifas de telefonia fixa deverá ficar próximo de 1%, segundo cálculos de uma fonte da Anatel. O conselho diretor do órgão regulador deverá aprovar, em sua reunião de hoje, a revisão da norma do Índice dos Serviços de Telecomunicações (IST), que passou a corrigir as tarifas em 2006, substituindo o IGP-DI.
Com base na revisão da norma, a agência terá elementos técnicos para incluir na pauta de votações o processo do reajuste de tarifas, o que pode ficar para a próxima semana. As empresas querem aumento de 2%, mas diante dos descontos que serão promovidos pela Anatel, a título de produtividade, o reajuste deve ficar próximo de 1%.
No fim de semana passado, completou-se um ano do último aumento, que foi de 3%, em média, para empresas como a Telefônica e a Oi. Pela legislação, que proíbe reajustes de tarifas em períodos inferiores a 12 meses, a Anatel estaria liberada para conceder o aumento.
O reajuste, quando autorizado, valerá para as ligações fixas locais, interurbanos e chamadas feitas de telefones fixos para celulares. No Brasil, há hoje cerca de 40 milhões de telefones fixos e 159,6 milhões de celulares.
Depois de autorizadas pela Anatel, as empresas só podem cobrar o aumento depois de publicarem as novas tarifas, por dois dias consecutivos, em jornais de grande circulação da sua área de atuação. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: MacWorld
Lucro da Telefónica sobe com força na América Latina
Qui, 30 Jul - 09h02
MADRI, 30 de julho (Reuters) - A Telefónica anunciou nesta quinta-feira alta de 0,7 por cento no lucro do primeiro semestre, para 3,62 bilhões de euros (5,12 bilhões de dólares), superando expectativas de analistas. O resultado foi impulsionado por bom desempenho nas operações latino-americanas e cortes de custos.
Enquanto rivais reduziram a meta de lucro para este ano, a companhia reiterou projeção anual, na qual prevê um aumento de 1 a 3 por cento lucro operacional antes de depreciação e amortização.
As operações na América Latina novamente foram o motor do grupo, com a penetração de celulares ainda crescendo e parcialmente compensando o impacto da recessão nos negócios europeus.
As receitas vieram como esperado, caindo 2 por cento, para 27,59 bilhões de euros, enquanto o lucro operacional antes de depreciação a amortização recuou 1,7 por cento, para 10,94 bilhões de euros, conforme a Telefónica cortou custos em 4,5 por cento.
Segundo uma pesquisa da Reuters com nove analistas, a companhia, em média, deveria apresentar receita de 27,60 bilhões de euros, lucro operacional antes de depreciação e amortização de 10,78 bilhões de euros e lucro líquido de 3,55 bilhões de euros.
A meta da Telefónica para 2010 é de lucro por ação de 2,30 euros, embora alguns analistas tenham se mostrado céticos sobre a capacidade da companhia para alcançar tal desempenho.
Na quinta-feira, a Telefônica no Brasil anunciou queda de 12 por cento no lucro do segundo trimestre, para 545,2 milhões de reais.
Fonte: Reuters
MADRI, 30 de julho (Reuters) - A Telefónica anunciou nesta quinta-feira alta de 0,7 por cento no lucro do primeiro semestre, para 3,62 bilhões de euros (5,12 bilhões de dólares), superando expectativas de analistas. O resultado foi impulsionado por bom desempenho nas operações latino-americanas e cortes de custos.
Enquanto rivais reduziram a meta de lucro para este ano, a companhia reiterou projeção anual, na qual prevê um aumento de 1 a 3 por cento lucro operacional antes de depreciação e amortização.
As operações na América Latina novamente foram o motor do grupo, com a penetração de celulares ainda crescendo e parcialmente compensando o impacto da recessão nos negócios europeus.
As receitas vieram como esperado, caindo 2 por cento, para 27,59 bilhões de euros, enquanto o lucro operacional antes de depreciação a amortização recuou 1,7 por cento, para 10,94 bilhões de euros, conforme a Telefónica cortou custos em 4,5 por cento.
Segundo uma pesquisa da Reuters com nove analistas, a companhia, em média, deveria apresentar receita de 27,60 bilhões de euros, lucro operacional antes de depreciação e amortização de 10,78 bilhões de euros e lucro líquido de 3,55 bilhões de euros.
A meta da Telefónica para 2010 é de lucro por ação de 2,30 euros, embora alguns analistas tenham se mostrado céticos sobre a capacidade da companhia para alcançar tal desempenho.
Na quinta-feira, a Telefônica no Brasil anunciou queda de 12 por cento no lucro do segundo trimestre, para 545,2 milhões de reais.
Fonte: Reuters
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Vivo reverte prejuízo e tem lucro de R$172,4 mi no 2o tri
Qua, 29 Jul - 07h34
SÃO PAULO (Reuters) - A Vivo, operadora móvel controlada por Telefónica e Portugal Telecom, teve lucro líquido de 172,4 milhões de reais no segundo trimestre, revertendo o prejuízo de 63,9 milhões de reais um ano antes.
A empresa teve receita líquida total de 3,936 bilhões de reais de abril a junho, expansão de 3,8 por cento ante igual período do ano passado.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) subiu para 1,198 bilhão de reais nos três meses até junho, ante 841,7 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008.
A margem Ebitda aumentou 8,2 pontos percentuais na mesma base de comparação, para 30,4 por cento.
(Por Cesar Bianconi)
Fonte: Reuters
SÃO PAULO (Reuters) - A Vivo, operadora móvel controlada por Telefónica e Portugal Telecom, teve lucro líquido de 172,4 milhões de reais no segundo trimestre, revertendo o prejuízo de 63,9 milhões de reais um ano antes.
A empresa teve receita líquida total de 3,936 bilhões de reais de abril a junho, expansão de 3,8 por cento ante igual período do ano passado.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) subiu para 1,198 bilhão de reais nos três meses até junho, ante 841,7 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008.
A margem Ebitda aumentou 8,2 pontos percentuais na mesma base de comparação, para 30,4 por cento.
(Por Cesar Bianconi)
Fonte: Reuters
Custos menores ajudam resultado da Vivo no 2o trimestre
Qua, 29 Jul - 08h21
Por Cesar Bianconi
SÃO PAULO (Reuters) - A Vivo teve lucro líquido de 172,4 milhões de reais no segundo trimestre, contra prejuízo de 63,9 milhões de reais um ano antes. O resultado da empresa foi beneficiado por uma forte redução dos custos, com impacto positivo também na geração de caixa.
A operadora de telefonia móvel, controlada por Telefónica e Portugal Telecom, diminuiu os custos operacionais de abril a junho em 7,2 por cento na comparação anual, para 2,738 bilhões de reais. Também houve queda de 2,8 por cento sobre o primeiro trimestre de 2009.
As maiores reduções foram verificadas no custo das mercadorias vendidas, basicamente aparelhos celulares, e nos gastos gerais e administrativos.
"Isso não é uma coisa excepcional... Nossas reduções de custos são consistentes. Espero que continuemos fazendo isso", disse à Reuters o presidente da Vivo, Roberto Lima, sem dar outros detalhes.
A receita líquida total da Vivo cresceu 3,8 por cento de abril a junho contra um ano antes, para 3,936 bilhões de reais. Considerando apenas a oferta de serviços, o faturamento subiu 7,1 por cento.
O aumento da receita com serviços ficou bem aquém da alta de 15,8 por cento na base de clientes da companhia em 12 meses, para 46,8 milhões em junho. Apenas no segundo trimestre a empresa conquistou quase 1,2 milhão de clientes.
"Existe uma competição muito acirrada que se fazia sobre preço de aparelho e hoje se faz sobre preço de serviço. É o fenômeno do chip. As pessoas começam a compartilhar seus gastos entre chips de várias operadoras", disse Lima.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) subiu para 1,198 bilhão de reais nos três meses até junho, ante 841,7 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008.
A margem Ebitda aumentou 8,2 pontos percentuais na mesma base de comparação, para 30,4 por cento. O desempenho ficou acima do esperado por corretoras como Ativa e Merrill Lynch.
ARPU EM QUEDA
A receita média mensal por cliente, conhecida como Arpu, foi de 26,3 reais no segundo trimestre, 8,7 por cento menor que um ano antes e 2,6 por cento inferior aos três primeiros meses de 2009.
"A base de clientes pode até crescer menos, mas há novos serviços como banda larga (para fazer a receita por usuário crescer)", comentou Lima.
Por outro lado, ele afirmou que, com a retomada da economia, outros setores poderão roubar espaço das telecomunicações no orçamento das famílias.
"As pessoas começam a realocar seus gastos. A redução de impostos para carros, linha branca e materiais de construção faz com que as pessoas reservem dinheiro para produtos para melhorar sua vida. Elas podem economizar um pouco na área de comunicação."
Segundo o vice-presidente de Finanças, Ernesto Gardelliano, por ora o plano de investimentos da Vivo de 2,6 bilhões de reais em 2009 está mantido. Mas ele não descartou uma redução do valor se o Arpu continuar a se deteriorar nos próximos meses.
A Vivo investiu 1,1 bilhão de reais de janeiro a junho, a maior parte em sua rede.
A operadora encerrou junho com quase 1,8 bilhão de reais em caixa e aplicações, para uma dívida bruta de 6,5 bilhões de reais. Assim, o endividamento líquido representava menos de 1 vez o Ebitda anualizado da companhia.
Gardelliano disse que a empresa está confortável com sua dívida, com 72 por cento dela vencendo no longo prazo.
O executivo afirmou que o mercado de dívida corporativa melhorou, depois de ter praticamente secado no final do ano passado. Porém, a empresa não vê necessidade de buscar dinheiro novo com taxas de juros que ainda considera elevadas.
Fonte: Reuters
Por Cesar Bianconi
SÃO PAULO (Reuters) - A Vivo teve lucro líquido de 172,4 milhões de reais no segundo trimestre, contra prejuízo de 63,9 milhões de reais um ano antes. O resultado da empresa foi beneficiado por uma forte redução dos custos, com impacto positivo também na geração de caixa.
A operadora de telefonia móvel, controlada por Telefónica e Portugal Telecom, diminuiu os custos operacionais de abril a junho em 7,2 por cento na comparação anual, para 2,738 bilhões de reais. Também houve queda de 2,8 por cento sobre o primeiro trimestre de 2009.
As maiores reduções foram verificadas no custo das mercadorias vendidas, basicamente aparelhos celulares, e nos gastos gerais e administrativos.
"Isso não é uma coisa excepcional... Nossas reduções de custos são consistentes. Espero que continuemos fazendo isso", disse à Reuters o presidente da Vivo, Roberto Lima, sem dar outros detalhes.
A receita líquida total da Vivo cresceu 3,8 por cento de abril a junho contra um ano antes, para 3,936 bilhões de reais. Considerando apenas a oferta de serviços, o faturamento subiu 7,1 por cento.
O aumento da receita com serviços ficou bem aquém da alta de 15,8 por cento na base de clientes da companhia em 12 meses, para 46,8 milhões em junho. Apenas no segundo trimestre a empresa conquistou quase 1,2 milhão de clientes.
"Existe uma competição muito acirrada que se fazia sobre preço de aparelho e hoje se faz sobre preço de serviço. É o fenômeno do chip. As pessoas começam a compartilhar seus gastos entre chips de várias operadoras", disse Lima.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) subiu para 1,198 bilhão de reais nos três meses até junho, ante 841,7 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008.
A margem Ebitda aumentou 8,2 pontos percentuais na mesma base de comparação, para 30,4 por cento. O desempenho ficou acima do esperado por corretoras como Ativa e Merrill Lynch.
ARPU EM QUEDA
A receita média mensal por cliente, conhecida como Arpu, foi de 26,3 reais no segundo trimestre, 8,7 por cento menor que um ano antes e 2,6 por cento inferior aos três primeiros meses de 2009.
"A base de clientes pode até crescer menos, mas há novos serviços como banda larga (para fazer a receita por usuário crescer)", comentou Lima.
Por outro lado, ele afirmou que, com a retomada da economia, outros setores poderão roubar espaço das telecomunicações no orçamento das famílias.
"As pessoas começam a realocar seus gastos. A redução de impostos para carros, linha branca e materiais de construção faz com que as pessoas reservem dinheiro para produtos para melhorar sua vida. Elas podem economizar um pouco na área de comunicação."
Segundo o vice-presidente de Finanças, Ernesto Gardelliano, por ora o plano de investimentos da Vivo de 2,6 bilhões de reais em 2009 está mantido. Mas ele não descartou uma redução do valor se o Arpu continuar a se deteriorar nos próximos meses.
A Vivo investiu 1,1 bilhão de reais de janeiro a junho, a maior parte em sua rede.
A operadora encerrou junho com quase 1,8 bilhão de reais em caixa e aplicações, para uma dívida bruta de 6,5 bilhões de reais. Assim, o endividamento líquido representava menos de 1 vez o Ebitda anualizado da companhia.
Gardelliano disse que a empresa está confortável com sua dívida, com 72 por cento dela vencendo no longo prazo.
O executivo afirmou que o mercado de dívida corporativa melhorou, depois de ter praticamente secado no final do ano passado. Porém, a empresa não vê necessidade de buscar dinheiro novo com taxas de juros que ainda considera elevadas.
Fonte: Reuters
Lucro da Telefônica SP cai 12% no 2o trimestre
Qua, 29 Jul - 09h12
SÃO PAULO, 29 de julho (Reuters) - A Telefônica, operadora de telefonia fixa em São Paulo, teve lucro líquido de 545,2 milhões de reais no segundo trimestre, ante 619,6 milhões de reais um ano antes.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de 1,548 bilhão de reais de abril a junho, contra 1,639 bilhão de reais há um ano. A margem recuou 2,8 pontos, para 39,3 por cento.
Fonte: Reuters
SÃO PAULO, 29 de julho (Reuters) - A Telefônica, operadora de telefonia fixa em São Paulo, teve lucro líquido de 545,2 milhões de reais no segundo trimestre, ante 619,6 milhões de reais um ano antes.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de 1,548 bilhão de reais de abril a junho, contra 1,639 bilhão de reais há um ano. A margem recuou 2,8 pontos, para 39,3 por cento.
Fonte: Reuters
terça-feira, 28 de julho de 2009
Portabilidade: 1,7 milhão de clientes já mudaram de operadora
Seg, 27 Jul - 19h22
Cinco meses depois de a portabilidade numérica ter sido implantada em todo o País, 1,7 milhão de clientes da telefonia já mudaram de operadora e permaneceram com o mesmo número telefônico. Segundo a ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade no Brasil, a maior parte da migração - 1,16 milhão - ocorreu na telefonia celular. Desde 1º de setembro do ano passado, 2,3 milhões de pessoas já solicitaram a portabilidade.
A portabilidade deve ser pedida pelo usuário à operadora para a qual ele deseja migrar e a transferência só pode ocorrer dentro da mesma modalidade de serviço: de celular para celular e de fixo para fixo. Pelas regras, o pedido tem que ser atendido em até cinco dias úteis.
Fonte: Agência Estado
Cinco meses depois de a portabilidade numérica ter sido implantada em todo o País, 1,7 milhão de clientes da telefonia já mudaram de operadora e permaneceram com o mesmo número telefônico. Segundo a ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade no Brasil, a maior parte da migração - 1,16 milhão - ocorreu na telefonia celular. Desde 1º de setembro do ano passado, 2,3 milhões de pessoas já solicitaram a portabilidade.
A portabilidade deve ser pedida pelo usuário à operadora para a qual ele deseja migrar e a transferência só pode ocorrer dentro da mesma modalidade de serviço: de celular para celular e de fixo para fixo. Pelas regras, o pedido tem que ser atendido em até cinco dias úteis.
Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Embratel: lucro cresce 229,1% no 2tri09 e 49,5% no semestre
Sex, 24 Jul - 18h46
A Embratel Participações obteve lucro líquido de R$ 403 milhões no segundo trimestre, mostrando um avanço de 229,1% na comparação com igual período do ano anterior. No acumulado do semestre, a companhia lucrou R$ 620 milhões. O resultado é 49,5% superior ao apurado nos primeiros seis meses do ano passado.
O Ebitda da Embratel cresceu 20,1% entre abril e junho na comparação com igual período do ano anterior, para R$ 660 milhões. No semestre, a geração de caixa registrou avanço de 12,1%, totalizando R$ 1,321 bilhão.
A receita líquida, por sua vez, cresceu 9,4% no trimestre, para R$ 2,562 bilhões. Entre abril e junho, a receita com o serviço local aumentou 27,6%, a de comunicação de dados cresceu 24,3% e a de longa distância apresentou leve acréscimo de 0,5%, se comparadas com o mesmo período do ano anterior.
No acumulado do semestre, a receita com o serviço local aumentou 26,8%, a de comunicação de dados cresceu 23,6% e a de longa distancia subiu 0,7%.
Em 30 de junho, a dívida liquida da Embratel somava R$ 1,767 bilhão, enquanto os investimentos no segundo trimestre foram de R$ 299 milhões.
Fonte: Reuters
A Embratel Participações obteve lucro líquido de R$ 403 milhões no segundo trimestre, mostrando um avanço de 229,1% na comparação com igual período do ano anterior. No acumulado do semestre, a companhia lucrou R$ 620 milhões. O resultado é 49,5% superior ao apurado nos primeiros seis meses do ano passado.
O Ebitda da Embratel cresceu 20,1% entre abril e junho na comparação com igual período do ano anterior, para R$ 660 milhões. No semestre, a geração de caixa registrou avanço de 12,1%, totalizando R$ 1,321 bilhão.
A receita líquida, por sua vez, cresceu 9,4% no trimestre, para R$ 2,562 bilhões. Entre abril e junho, a receita com o serviço local aumentou 27,6%, a de comunicação de dados cresceu 24,3% e a de longa distância apresentou leve acréscimo de 0,5%, se comparadas com o mesmo período do ano anterior.
No acumulado do semestre, a receita com o serviço local aumentou 26,8%, a de comunicação de dados cresceu 23,6% e a de longa distancia subiu 0,7%.
Em 30 de junho, a dívida liquida da Embratel somava R$ 1,767 bilhão, enquanto os investimentos no segundo trimestre foram de R$ 299 milhões.
Fonte: Reuters
Vendas de aparelhos celulares 3G decepcionam os fabricantes
Seg, 27 Jul - 01h04
A crise econômica prejudicou o crescimento dos celulares de terceira geração (3G) no mercado brasileiro. Mais de um ano após as empresas iniciarem campanhas agressivas de lançamento, os aparelhos com a nova tecnologia, que permite acesso rápido à internet, representam apenas 1,19% do mercado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para os analistas do setor, alguns fatores atrapalham os planos das fabricantes de aparelhos 3G. O consumidor não vê vantagens nos aplicativos que justifiquem pagar mais caro por eles em época de crise. A área de cobertura da nova tecnologia ainda é restrita. E a estratégia das operadoras para a tecnologia 3G é privilegiar as vendas dos modems - que permitem ligar o computador à internet via celular -, ao invés dos aparelhos.
"A crise afetou o ritmo de entrada do 3G. Os consumidores e as operadoras colocaram o pé no freio na hora da troca de aparelho", diz Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Ele ressalta que o impacto provocado pela crise não se restringe apenas aos aparelhos 3G, mas é generalizado.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a produção de aparelhos celulares caiu 29,3% em maio em relação ao mesmo mês de 2008. É um porcentual inferior à queda de 44,9% de abril e dos 63,8% de janeiro, mas mesmo assim um recuo significativo.
"Ainda cresce o número de linhas ativas, logo as operadoras não estão sendo tão afetadas pela crise. Mas as vendas de aparelhos caíram bastante", diz Tude. Segundo a Anatel, o número de assinantes de telefones celulares no País cresceu 1,34% em junho.
De acordo com Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola, a maior procura do mercado hoje é por smartphones (que parecem computadores de mão), independente da tecnologia, porque os aparelhos possuem um teclado mais fácil para escrever. "O consumidor está mais preocupado com o design. 2G e 3G ainda é apenas uma sopa de letrinhas", diz.
O executivo revela que a companhia vai investir em smartphones nos próximos lançamentos e ainda não sabe se lançará novos modelos 3G com teclado normal. Ele ressalta que o smartphone GSM tem mais apelo hoje para o consumidor e é mais barato que um telefone 3G comum. "O 3G vai ser um sucesso quando o preço estiver mais acessível", diz.
A experiência das fabricantes de celulares com a tecnologia 3G está sendo muito diferente do que quando o GSM chegou ao Brasil. Lançados em meados de 2003, os aparelhos GSM conquistaram 14,8% do mercado no fim daquele ano, 34,2% em 2004 e estavam no topo em 2005, com 51,8% do total.
Segundo Tude, da Teleco, os dois cenários são muito diferentes, porque os celulares GSM chegaram com dez anos de atraso ao País e, portanto, estrearam com preço acessível. No caso do 3G, o atraso é de apenas dois anos e a escala de produção global ainda é pequena.
"O 3G poderia estar crescendo mais rápido", reconhece Hamilton Yoshida, diretor de Marketing da Divisão de Telecomunicações da Samsung. "Ainda tem uma questão de preço. Existem ofertas muito boas de 2G (celulares GSM, de segunda geração) na faixa de R$ 500 a R$ 700. A maioria dos 3G está acima de R$ 1 mil."
Yoshida aponta que houve uma retração muito grande do mercado de aparelhos a partir de outubro do ano passado. Mas que, este ano, as vendas vêm apresentando uma melhora mês a mês.
Fonte: MacWorld
O gerente de celulares da LG, Rodrigo Ayres, diz que, apesar de as vendas de celulares 3G serem menos de 10% do volume total, em valores já ultrapassam 20%, pois os aparelhos são mais caros. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A crise econômica prejudicou o crescimento dos celulares de terceira geração (3G) no mercado brasileiro. Mais de um ano após as empresas iniciarem campanhas agressivas de lançamento, os aparelhos com a nova tecnologia, que permite acesso rápido à internet, representam apenas 1,19% do mercado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para os analistas do setor, alguns fatores atrapalham os planos das fabricantes de aparelhos 3G. O consumidor não vê vantagens nos aplicativos que justifiquem pagar mais caro por eles em época de crise. A área de cobertura da nova tecnologia ainda é restrita. E a estratégia das operadoras para a tecnologia 3G é privilegiar as vendas dos modems - que permitem ligar o computador à internet via celular -, ao invés dos aparelhos.
"A crise afetou o ritmo de entrada do 3G. Os consumidores e as operadoras colocaram o pé no freio na hora da troca de aparelho", diz Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Ele ressalta que o impacto provocado pela crise não se restringe apenas aos aparelhos 3G, mas é generalizado.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a produção de aparelhos celulares caiu 29,3% em maio em relação ao mesmo mês de 2008. É um porcentual inferior à queda de 44,9% de abril e dos 63,8% de janeiro, mas mesmo assim um recuo significativo.
"Ainda cresce o número de linhas ativas, logo as operadoras não estão sendo tão afetadas pela crise. Mas as vendas de aparelhos caíram bastante", diz Tude. Segundo a Anatel, o número de assinantes de telefones celulares no País cresceu 1,34% em junho.
De acordo com Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola, a maior procura do mercado hoje é por smartphones (que parecem computadores de mão), independente da tecnologia, porque os aparelhos possuem um teclado mais fácil para escrever. "O consumidor está mais preocupado com o design. 2G e 3G ainda é apenas uma sopa de letrinhas", diz.
O executivo revela que a companhia vai investir em smartphones nos próximos lançamentos e ainda não sabe se lançará novos modelos 3G com teclado normal. Ele ressalta que o smartphone GSM tem mais apelo hoje para o consumidor e é mais barato que um telefone 3G comum. "O 3G vai ser um sucesso quando o preço estiver mais acessível", diz.
A experiência das fabricantes de celulares com a tecnologia 3G está sendo muito diferente do que quando o GSM chegou ao Brasil. Lançados em meados de 2003, os aparelhos GSM conquistaram 14,8% do mercado no fim daquele ano, 34,2% em 2004 e estavam no topo em 2005, com 51,8% do total.
Segundo Tude, da Teleco, os dois cenários são muito diferentes, porque os celulares GSM chegaram com dez anos de atraso ao País e, portanto, estrearam com preço acessível. No caso do 3G, o atraso é de apenas dois anos e a escala de produção global ainda é pequena.
"O 3G poderia estar crescendo mais rápido", reconhece Hamilton Yoshida, diretor de Marketing da Divisão de Telecomunicações da Samsung. "Ainda tem uma questão de preço. Existem ofertas muito boas de 2G (celulares GSM, de segunda geração) na faixa de R$ 500 a R$ 700. A maioria dos 3G está acima de R$ 1 mil."
Yoshida aponta que houve uma retração muito grande do mercado de aparelhos a partir de outubro do ano passado. Mas que, este ano, as vendas vêm apresentando uma melhora mês a mês.
Fonte: MacWorld
O gerente de celulares da LG, Rodrigo Ayres, diz que, apesar de as vendas de celulares 3G serem menos de 10% do volume total, em valores já ultrapassam 20%, pois os aparelhos são mais caros. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Mexicana América Móvil prevê investimentos de US$ 3 bilhões em 2010
Qua, 22 Jul - 17h14
A mexicana América Móvil, maior operadora de telefonia celular da América Latina - que no Brasil controla a Claro -, provavelmente vai investir US$ 3 bilhões em suas operações no próximo ano, segundo o executivo-chefe, Daniel Hajj. Para este ano, o orçamento da empresa para investimentos também é de US$ 3 bilhões e faz parte do plano de investir US$ 12 bilhões entre 2008 e 2010.
A companhia está expandindo sua linha de acesso a aparelhos wireless, como o iPhone da Apple e netbooks, apostando em um boom da banda larga móvel. "O que estamos vendo no México é o que vamos ver em toda a América Latina. Nós já investimos em uma rede 3G em toda a região", disse Hajj. Ontem, ao anunciar o balanço do segundo trimestre, a América Móvil informou que, no México, a receita gerada por serviços 3G cresceu 45% em comparação com o crescimento geral de 2,9% da receita do trimestre.
Ontem a América Móvil anunciou que seu lucro subiu 28% no segundo trimestre deste ano e que o número de assinantes aumentou 3,7 milhões no período, liderado pelo Brasil. A maior parte dos novos assinantes, 899 mil, foi registrada no Brasil. Nos EUA, a subsidiária Tracfone ganhou 730 mil novos usuários e no México foram somados 548 mil novos clientes aos serviços da companhia. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Reuters
A mexicana América Móvil, maior operadora de telefonia celular da América Latina - que no Brasil controla a Claro -, provavelmente vai investir US$ 3 bilhões em suas operações no próximo ano, segundo o executivo-chefe, Daniel Hajj. Para este ano, o orçamento da empresa para investimentos também é de US$ 3 bilhões e faz parte do plano de investir US$ 12 bilhões entre 2008 e 2010.
A companhia está expandindo sua linha de acesso a aparelhos wireless, como o iPhone da Apple e netbooks, apostando em um boom da banda larga móvel. "O que estamos vendo no México é o que vamos ver em toda a América Latina. Nós já investimos em uma rede 3G em toda a região", disse Hajj. Ontem, ao anunciar o balanço do segundo trimestre, a América Móvil informou que, no México, a receita gerada por serviços 3G cresceu 45% em comparação com o crescimento geral de 2,9% da receita do trimestre.
Ontem a América Móvil anunciou que seu lucro subiu 28% no segundo trimestre deste ano e que o número de assinantes aumentou 3,7 milhões no período, liderado pelo Brasil. A maior parte dos novos assinantes, 899 mil, foi registrada no Brasil. Nos EUA, a subsidiária Tracfone ganhou 730 mil novos usuários e no México foram somados 548 mil novos clientes aos serviços da companhia. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Reuters
Telmex sofre queda de 4% no lucro do segundo trimestre
Qua, 22 Jul - 20h16
CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A Telmex, operadora líder em telefonia fixa no México, divulgou nesta quarta-feira queda de quatro por cento no lucro líquido do segundo trimestre.
O resultado foi pressionado por queda da atividade econômica e aumento de concorrência que provocou cancelamento de linhas.
A Telmex, controlada pelo bilionário Carlos Slim, informou que o lucro líquido entre abril e junho somou 5,9 bilhões de pesos (450 milhões de dólares).
Fonte: Reuters
CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A Telmex, operadora líder em telefonia fixa no México, divulgou nesta quarta-feira queda de quatro por cento no lucro líquido do segundo trimestre.
O resultado foi pressionado por queda da atividade econômica e aumento de concorrência que provocou cancelamento de linhas.
A Telmex, controlada pelo bilionário Carlos Slim, informou que o lucro líquido entre abril e junho somou 5,9 bilhões de pesos (450 milhões de dólares).
Fonte: Reuters
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Telefônica recebe multa de R$ 1,9 milhão
Qui, 23 Jul - 02h23
O Cade impôs ontem multa de R$ 1,9 milhão à Telefônica por descumprimento parcial de uma medida preventiva do próprio conselho, adotada em dezembro do ano passado. A medida, composta de 16 itens, fixou regras para que a Telefônica informasse adequadamente um grupo de 1,1 milhão de usuários paulistas sobre as opções existentes para assinar um provedor de internet. Após verificar denúncias da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), o Cade concluiu que a Telefônica descumpriu cinco itens da medida.
A empresa, por exemplo, não divulgou, na íntegra, comunicados aos usuários sobre a exigência de provedores para acessar a rede, como manda a lei. Essas informações deveriam ter sido expostos nos sites da Telefônica e nas contas impressas enviadas aos clientes.
Pela decisão, a Telefônica terá 30 dias para recolher a multa, a contar da publicação da decisão no Diário Oficial da União. O diretor jurídico da Telefônica, Gustavo Fleichman, afirmou que a empresa "ainda não decidiu se vai ou não recorrer da punição".
A polêmica teve origem em 2007, quando a Justiça de São Paulo deu liminar autorizando os usuários do Speedy a entrarem na rede sem assinarem um provedor como intermediário. Um ano depois, essa liminar foi derrubada a pedido da Anatel. No entanto, um grupo de 1,1 milhão de pessoas já acessava a rede diretamente e a Telefônica foi obrigada a migrá-los para um provedor. A SDE determinou, então, o bloqueio do acesso desses usuários à web, medida que foi reformada pelo Cade. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: MacWorld
O Cade impôs ontem multa de R$ 1,9 milhão à Telefônica por descumprimento parcial de uma medida preventiva do próprio conselho, adotada em dezembro do ano passado. A medida, composta de 16 itens, fixou regras para que a Telefônica informasse adequadamente um grupo de 1,1 milhão de usuários paulistas sobre as opções existentes para assinar um provedor de internet. Após verificar denúncias da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), o Cade concluiu que a Telefônica descumpriu cinco itens da medida.
A empresa, por exemplo, não divulgou, na íntegra, comunicados aos usuários sobre a exigência de provedores para acessar a rede, como manda a lei. Essas informações deveriam ter sido expostos nos sites da Telefônica e nas contas impressas enviadas aos clientes.
Pela decisão, a Telefônica terá 30 dias para recolher a multa, a contar da publicação da decisão no Diário Oficial da União. O diretor jurídico da Telefônica, Gustavo Fleichman, afirmou que a empresa "ainda não decidiu se vai ou não recorrer da punição".
A polêmica teve origem em 2007, quando a Justiça de São Paulo deu liminar autorizando os usuários do Speedy a entrarem na rede sem assinarem um provedor como intermediário. Um ano depois, essa liminar foi derrubada a pedido da Anatel. No entanto, um grupo de 1,1 milhão de pessoas já acessava a rede diretamente e a Telefônica foi obrigada a migrá-los para um provedor. A SDE determinou, então, o bloqueio do acesso desses usuários à web, medida que foi reformada pelo Cade. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: MacWorld
terça-feira, 21 de julho de 2009
Base de celulares sobe 1,34% em junho ante maio, para 159,6 mi
Seg, 20 Jul - 16h36
SÃO PAULO (Reuters) - A base de celulares no Brasil cresceu 1,34 por cento ante maio, com adição de cerca de 2,1 milhões de usuários, para 159,6 milhões, informou nesta segunda-feira a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expansão em 12 meses foi de quase 20 por cento.
A Vivo, controlada por Telefónica e Portugal Telecom permaneceu na liderança, com participação de 29,33 por cento do mercado no final de junho, abaixo dos 29,38 por cento em maio.
A Claro, da mexicana América Móvil, aparece na segunda posição, com market share de 25,36 por cento em junho, ante 25,51 por cento no mês anterior.
A TIM, da Telecom Italia, tem 23,71 por cento, acima dos 23,59 por cento do mês anterior.
Outra que ganhou fatia foi a Oi (com Brasil Telecom), que detinha em junho 21,22 por cento, versus 21,14 por cento em maio.
De cada 100 brasileiros, 83,47 tinham um celular no final do primeiro semestre, um crescimento de 1,25 por cento em relação a maio, quando o indicador estava em 82,44 celulares para cada 100 pessoas.
Quase nove em cada 10 celulares no país possuem a tecnologia GSM, segundo a Anatel. Outros 6,24 por cento operam por meio do CDMA.
Fonte: Reuters
SÃO PAULO (Reuters) - A base de celulares no Brasil cresceu 1,34 por cento ante maio, com adição de cerca de 2,1 milhões de usuários, para 159,6 milhões, informou nesta segunda-feira a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expansão em 12 meses foi de quase 20 por cento.
A Vivo, controlada por Telefónica e Portugal Telecom permaneceu na liderança, com participação de 29,33 por cento do mercado no final de junho, abaixo dos 29,38 por cento em maio.
A Claro, da mexicana América Móvil, aparece na segunda posição, com market share de 25,36 por cento em junho, ante 25,51 por cento no mês anterior.
A TIM, da Telecom Italia, tem 23,71 por cento, acima dos 23,59 por cento do mês anterior.
Outra que ganhou fatia foi a Oi (com Brasil Telecom), que detinha em junho 21,22 por cento, versus 21,14 por cento em maio.
De cada 100 brasileiros, 83,47 tinham um celular no final do primeiro semestre, um crescimento de 1,25 por cento em relação a maio, quando o indicador estava em 82,44 celulares para cada 100 pessoas.
Quase nove em cada 10 celulares no país possuem a tecnologia GSM, segundo a Anatel. Outros 6,24 por cento operam por meio do CDMA.
Fonte: Reuters
Brasil tem 159 milhões de celulares em uso
Ter, 21 Jul - 01h02
O número de celulares em operação em todo o País chegou a 159,6 milhões no mês passado, segundo balanço da Anatel. Só em junho foram vendidos 2,1 milhões de novos celulares, um crescimento de 1,34% sobre o número total de aparelhos em uso registrado no mês de maio. Desse total, 81,82% são pré-pagos e 18,18% são pós-pagos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
O número de celulares em operação em todo o País chegou a 159,6 milhões no mês passado, segundo balanço da Anatel. Só em junho foram vendidos 2,1 milhões de novos celulares, um crescimento de 1,34% sobre o número total de aparelhos em uso registrado no mês de maio. Desse total, 81,82% são pré-pagos e 18,18% são pós-pagos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
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