Qua, 05 Ago - 17h09
(Reuters) - A Nintendo afirmou que já vendeu mais de 500 mil unidades do Wii Sports Resort nos Estados Unidos desde seu lançamento, no dia 26 de julho, em comunicado divulgado pela companhia de videogames japonesa nesta quarta-feira.
"Até segunda-feira, vendemos uma cópia do Wii Sports Resort em média a cada 1,5 segundo continuamente desde que foi lançado nos Estados Unidos", disse a vice-presidente executiva de Vendas e Marketing da Nintendo of America, Cammie Dunaway, no comunicado.
O Wii Sports Resort é o mais novo game para o popular console Wii e inclui jogos como arco-e-flecha, espadas, pingue-pongue, basquete, golfe, boliche, ciclismo e canoagem, entre outros. O game está sendo vendido nas lojas ao preço sugerido de 49,99 dólares.
Fonte: Reuters
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Rumor: Microsoft estaria planejando adquirir a Palm
Negociação seria boa para ambas as empresas envolvidas
Por Stella Dauer
Com o pouco sucesso causado pelo Windows Mobile 6.5 e o tocador de mídia Zune, colunistas de diversos sites na internet começam a especular e incentivar a compra da Palm pela Microsoft. Os rumores começaram desde o lançamento oficial do WebOS, novo sistema operacional da Palm baseado em Linux.
A gigante de Bill gates deveria mesmo adquirir a Palm? George Kurian, vice presidente da Tradition Capital Management acha que sim, sugerindo que a empresa “abandone o Zune e siga a estratégia da Apple em tentar se fazer presente no mercado em crescimento dos smartphones”. De acordo com o site Fierce Wireless , Kurian afirmou que a melhor forma de fazer isso seria incentivar a Microsoft a adquirir a Palm.
David Carnoy do blog Crave do site c|net relembra um artigo tratando do mesmo assunto no início de 2009. Ele resume o texto dizendo que a Microsoft deveria abandonar o Yahoo! e parar de se preocupar com a web, enquanto o mercado de softwares está próspero e é 10 vezes maior do que esse.
Entretanto, para David Coursey do blog Tech Inciter do site PC World a Microsoft deverá deixar a Palm em paz mesmo após a compra. Deverá fornecer ferramentas, capital e compatibilidade com o Office, mas o nome da marca fica. “Algo que deve ser mais difícil para a Microsoft do que assinar os cheques para a compra. A maioria das aquisições acabam subordinadas a empresa, mas esta não deverá ser” disse.
O momento é propício. Se a Palm fosse adquirida pela Microsoft agora poderia melhorar o Pre, ganhar suporte e de quebra melhorar sua loja de música e aplicativos, podendo até se tornar uma forte concorrente da Apple no ano que vem. Vale lembrar que o atual presidente da Palm é Jon Rubinstein, que já foi vice presidente da divisão de iPods da Apple.
Atualmente o Windows Mobile não tem agradado ao público, assim como o tocador de mídia Zune, que perde feio para o iPod, sem chances de revide. Enquanto isso, a Palm recolhe os louros do sucesso de sua reerguida ao mercado e mostra uma interessante alternativa com o sistema operacional para celulares que funciona apenas pela internet, o WebOS.
A Microsoft planeja relançar seu sistema operacional móvel no ano que vem com o nome de Windows Mobile 7 e deve renomear sua plataforma para Windows Phone. Em 2008 a empresa chegou a ter 12,4% do mercado de smartphones, mas agora amarga míseros 4%, menos do que os 5% do Android, sistema da Google também baseado em Linux.
Fonte: Magnet
Por Stella Dauer
Com o pouco sucesso causado pelo Windows Mobile 6.5 e o tocador de mídia Zune, colunistas de diversos sites na internet começam a especular e incentivar a compra da Palm pela Microsoft. Os rumores começaram desde o lançamento oficial do WebOS, novo sistema operacional da Palm baseado em Linux.
A gigante de Bill gates deveria mesmo adquirir a Palm? George Kurian, vice presidente da Tradition Capital Management acha que sim, sugerindo que a empresa “abandone o Zune e siga a estratégia da Apple em tentar se fazer presente no mercado em crescimento dos smartphones”. De acordo com o site Fierce Wireless , Kurian afirmou que a melhor forma de fazer isso seria incentivar a Microsoft a adquirir a Palm.
David Carnoy do blog Crave do site c|net relembra um artigo tratando do mesmo assunto no início de 2009. Ele resume o texto dizendo que a Microsoft deveria abandonar o Yahoo! e parar de se preocupar com a web, enquanto o mercado de softwares está próspero e é 10 vezes maior do que esse.
Entretanto, para David Coursey do blog Tech Inciter do site PC World a Microsoft deverá deixar a Palm em paz mesmo após a compra. Deverá fornecer ferramentas, capital e compatibilidade com o Office, mas o nome da marca fica. “Algo que deve ser mais difícil para a Microsoft do que assinar os cheques para a compra. A maioria das aquisições acabam subordinadas a empresa, mas esta não deverá ser” disse.
O momento é propício. Se a Palm fosse adquirida pela Microsoft agora poderia melhorar o Pre, ganhar suporte e de quebra melhorar sua loja de música e aplicativos, podendo até se tornar uma forte concorrente da Apple no ano que vem. Vale lembrar que o atual presidente da Palm é Jon Rubinstein, que já foi vice presidente da divisão de iPods da Apple.
Atualmente o Windows Mobile não tem agradado ao público, assim como o tocador de mídia Zune, que perde feio para o iPod, sem chances de revide. Enquanto isso, a Palm recolhe os louros do sucesso de sua reerguida ao mercado e mostra uma interessante alternativa com o sistema operacional para celulares que funciona apenas pela internet, o WebOS.
A Microsoft planeja relançar seu sistema operacional móvel no ano que vem com o nome de Windows Mobile 7 e deve renomear sua plataforma para Windows Phone. Em 2008 a empresa chegou a ter 12,4% do mercado de smartphones, mas agora amarga míseros 4%, menos do que os 5% do Android, sistema da Google também baseado em Linux.
Fonte: Magnet
Presidente da LG vê aumento nas vendas de 2009
Por Sabina Zawadzki
KIEV (Reuters) - As vendas globais da LG Electronics para este ano devem, provavelmente, superar a receita recorde registrada no ano passado de 44,72 bilhões de dólares, disse o presidente-executivo da companhia, Nam Yong, nesta terça-feira.
O grupo sul-coreano divulgou no mês passado um lucro trimestral recorde com as boas vendas de celulares e televisores, apesar das preocupações de analistas de margens mais fracas.
"As vendas globais provavelmente serão melhores que no ano passado. Até agora, no primeiro semestre, tivemos 16 por cento de receita a mais que no ano passado", disse Nam a jornalistas durante entrevista coletiva em Kiev, onde visitava as operações da LG na Ucrânia.
Nam afirmou à Reuters em entrevista que os resultados robustos e o otimismo se devem ao foco da LG no desenvolvimento de seus produtos mais baratos, no investimento em publicidade e no objetivo de cortar quase 3 bilhões de dólares em custos.
Ele disse ainda que o orçamento reservado para a publicidade da marca e para pesquisa de desenvolvimento de novos produtos foram reforçados em 10 por cento neste ano.
Mesmo ficando atrás da Nokia e da Samsung em vendas de celulares, a LG vendeu um número recorde de 29,8 milhões de aparelhos no segundo trimestre.
"Ainda tem um espaço muito grande (entre a LG e a Nokia), mas estamos reduzindo-o muito rápido recentemente devido aos investimentos em produtos inovadores", disse Nam, acrescentando que "vai levar algum tempo para alcançarmos eles".
Fonte: Reuters
KIEV (Reuters) - As vendas globais da LG Electronics para este ano devem, provavelmente, superar a receita recorde registrada no ano passado de 44,72 bilhões de dólares, disse o presidente-executivo da companhia, Nam Yong, nesta terça-feira.
O grupo sul-coreano divulgou no mês passado um lucro trimestral recorde com as boas vendas de celulares e televisores, apesar das preocupações de analistas de margens mais fracas.
"As vendas globais provavelmente serão melhores que no ano passado. Até agora, no primeiro semestre, tivemos 16 por cento de receita a mais que no ano passado", disse Nam a jornalistas durante entrevista coletiva em Kiev, onde visitava as operações da LG na Ucrânia.
Nam afirmou à Reuters em entrevista que os resultados robustos e o otimismo se devem ao foco da LG no desenvolvimento de seus produtos mais baratos, no investimento em publicidade e no objetivo de cortar quase 3 bilhões de dólares em custos.
Ele disse ainda que o orçamento reservado para a publicidade da marca e para pesquisa de desenvolvimento de novos produtos foram reforçados em 10 por cento neste ano.
Mesmo ficando atrás da Nokia e da Samsung em vendas de celulares, a LG vendeu um número recorde de 29,8 milhões de aparelhos no segundo trimestre.
"Ainda tem um espaço muito grande (entre a LG e a Nokia), mas estamos reduzindo-o muito rápido recentemente devido aos investimentos em produtos inovadores", disse Nam, acrescentando que "vai levar algum tempo para alcançarmos eles".
Fonte: Reuters
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Nintendo e Facebook devem divulgar parceria nesta segunda-feira
Seg, 03 Ago - 09h31
A rede social Facebook e a fabricante de videogames Nintendo devem anunciar nesta segunda-feira um novo serviço para os donos do DSi, videogame portátil da empresa japonesa.
Pelo acordo, os donos do pequeno console poderão tirar fotos com a câmera do DSi e enviar as imagens diretamente para seus respectivos perfis no Facebook, com apenas um toque.
O serviço permitirá enviar tanto fotos cruas quanto imagens manipuladas por meio do videogame. Para que o serviço funcione, porém, é preciso que o usuário esteja próximo de uma rede Wi-Fi. De acordo com o NPD Group, a Nintendo já vendeu mais de 1,7 milhões de unidades do DSi, apenas nos Estados Unidos.
Para quem se preocupa com a segurança das crianças e com as imagens que elas eventualmente publicarão no Facebook, a Nintendo afirma que não há motivos de preocupação, já que existe o recurso de controle de conteúdo, para que os pais fiscalizem o que entra e sai nos videogames portáteis de seus filhos.
Fonte: Pc World
A rede social Facebook e a fabricante de videogames Nintendo devem anunciar nesta segunda-feira um novo serviço para os donos do DSi, videogame portátil da empresa japonesa.
Pelo acordo, os donos do pequeno console poderão tirar fotos com a câmera do DSi e enviar as imagens diretamente para seus respectivos perfis no Facebook, com apenas um toque.
O serviço permitirá enviar tanto fotos cruas quanto imagens manipuladas por meio do videogame. Para que o serviço funcione, porém, é preciso que o usuário esteja próximo de uma rede Wi-Fi. De acordo com o NPD Group, a Nintendo já vendeu mais de 1,7 milhões de unidades do DSi, apenas nos Estados Unidos.
Para quem se preocupa com a segurança das crianças e com as imagens que elas eventualmente publicarão no Facebook, a Nintendo afirma que não há motivos de preocupação, já que existe o recurso de controle de conteúdo, para que os pais fiscalizem o que entra e sai nos videogames portáteis de seus filhos.
Fonte: Pc World
Vendas globais de chips crescem 3,6% em junho e 17% no 2º trimestre
Seg, 03 Ago - 10h43
As vendas de chips em todo o mundo aumentaram 3,6% em junho na comparação com maio, passando de US$ 16,6 bilhões para US$ 17,2 bilhões. Este foi o quarto aumento mensal consecutivo. Em todo o segundo trimestre, as vendas de chips somaram US$ 44,2 bilhões, 17% maiores do que as registradas no trimestre imediatamente anterior.
Apesar desses aumentos, as vendas foram 20% menores tanto em junho quanto no segundo trimestre em comparação com iguais períodos de 2008, num sinal de que o setor ainda tem que se expandir muito para atingir os níveis de antes da crise. O dados foram divulgados pela Associação da Indústria de Semicondutores (SIA, na sigla em inglês).
Por causa da forma como os estoques são administrados, o grupo acredita que o aumento das vendas no segundo trimestre na comparação com o primeiro "representa uma recuperação gradual da demanda" e não apenas uma recomposição de estoques.
O presidente da SIA, George Scalise, também destacou o fato de que as previsões mais recentes não são tão pessimistas quanto há alguns meses para as vendas de celulares e computadores pessoais, que juntos respondem por aproximadamente 60% do consumo mundial de chips. Além disso, fabricantes de chips - da norte-americana Intel à franco-italiana STMicroelectronics - têm observado recentes melhorias de mercado. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado
As vendas de chips em todo o mundo aumentaram 3,6% em junho na comparação com maio, passando de US$ 16,6 bilhões para US$ 17,2 bilhões. Este foi o quarto aumento mensal consecutivo. Em todo o segundo trimestre, as vendas de chips somaram US$ 44,2 bilhões, 17% maiores do que as registradas no trimestre imediatamente anterior.
Apesar desses aumentos, as vendas foram 20% menores tanto em junho quanto no segundo trimestre em comparação com iguais períodos de 2008, num sinal de que o setor ainda tem que se expandir muito para atingir os níveis de antes da crise. O dados foram divulgados pela Associação da Indústria de Semicondutores (SIA, na sigla em inglês).
Por causa da forma como os estoques são administrados, o grupo acredita que o aumento das vendas no segundo trimestre na comparação com o primeiro "representa uma recuperação gradual da demanda" e não apenas uma recomposição de estoques.
O presidente da SIA, George Scalise, também destacou o fato de que as previsões mais recentes não são tão pessimistas quanto há alguns meses para as vendas de celulares e computadores pessoais, que juntos respondem por aproximadamente 60% do consumo mundial de chips. Além disso, fabricantes de chips - da norte-americana Intel à franco-italiana STMicroelectronics - têm observado recentes melhorias de mercado. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
iPhone recebe nova atualização para corrigir falhas de segurança
Seg, 03 Ago - 05h08
A Apple lançou na sexta-feira (31/7) a atualização 3.0.1 para o sistema operacional do iPhone, corrigindo uma vulnerabilidade de SMS apresentada ontem na conferência Black Hat, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
A falha foi identificada pelos pesquisadores de segurança Charlie Miller e Collin Mulliner. Ao explorá-la, o invasor poderia enviar um código malicioso via SMS e ter acesso remoto a quase todas as funções do aparelho.
A única novidade da versão 3.0.1 é a correção desse problema. O download está disponível via iTunes.
Fonte: Pc World
A Apple lançou na sexta-feira (31/7) a atualização 3.0.1 para o sistema operacional do iPhone, corrigindo uma vulnerabilidade de SMS apresentada ontem na conferência Black Hat, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
A falha foi identificada pelos pesquisadores de segurança Charlie Miller e Collin Mulliner. Ao explorá-la, o invasor poderia enviar um código malicioso via SMS e ter acesso remoto a quase todas as funções do aparelho.
A única novidade da versão 3.0.1 é a correção desse problema. O download está disponível via iTunes.
Fonte: Pc World
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Mais uma falha de segurança encontrada no iPhone
Qui, 30 Jul - 21h03
Ataque seria iniciado por mensagens de texto
Por Bianca Hayashi
Pesquisadores de segurança planejam revelar uma falha na segurança que poderia deixar que crackers tomem controle completo de um iPhone usando um ataque por mensagens de texto.
De acordo com o site da Forbes , os pesquisadores Charlie Miller e Collin Mulliner irão divulgar o problema nesta quinta na conferência de cybersegurança Black Hat, em Las Vegas. Miller e Mulliner afirmam que o procedimento envolve o envio de uma série de SMS invisíveis que quebram a segurança do aparelho. Dessa maneira, o cracker poderia controlar todas as funções do iPhone, desde o envio de emails e ligações para os contatos da agenda até o envio de mais SMS maliciosos.
Miller avisa que, se o usuário receber uma mensagem de texto contendo apenas um quadrado, o melhor fazer é desligar o iPhone. A única coisa que você pode fazer para prevenir é desligar o telefone. Alguém pode rapidamente tomar o controle de qualquer iPhone do mundo com isso, disse.
Não é novidade que a segurança do iPhone seja tão fraca. O pesquisador de segurança Jonathan Zdziarski já havia alertado para o problema anteriormente.
A Apple ainda não se pronunciou sobre a falha.
Fonte: Magnet
Ataque seria iniciado por mensagens de texto
Por Bianca Hayashi
Pesquisadores de segurança planejam revelar uma falha na segurança que poderia deixar que crackers tomem controle completo de um iPhone usando um ataque por mensagens de texto.
De acordo com o site da Forbes , os pesquisadores Charlie Miller e Collin Mulliner irão divulgar o problema nesta quinta na conferência de cybersegurança Black Hat, em Las Vegas. Miller e Mulliner afirmam que o procedimento envolve o envio de uma série de SMS invisíveis que quebram a segurança do aparelho. Dessa maneira, o cracker poderia controlar todas as funções do iPhone, desde o envio de emails e ligações para os contatos da agenda até o envio de mais SMS maliciosos.
Miller avisa que, se o usuário receber uma mensagem de texto contendo apenas um quadrado, o melhor fazer é desligar o iPhone. A única coisa que você pode fazer para prevenir é desligar o telefone. Alguém pode rapidamente tomar o controle de qualquer iPhone do mundo com isso, disse.
Não é novidade que a segurança do iPhone seja tão fraca. O pesquisador de segurança Jonathan Zdziarski já havia alertado para o problema anteriormente.
A Apple ainda não se pronunciou sobre a falha.
Fonte: Magnet
Siemens vai dispensar 1,6 mil na Alemanha
Sex, 31 Jul - 00h54
A Siemens anunciou ontem que reduzirá em 1,6 mil o número de funcionários em três divisões do setor industrial na Alemanha durante o quarto trimestre fiscal, entre elas a fábrica de lâmpadas Osram.
O conglomerado alemão informou que seu lucro líquido caiu 8% no terceiro trimestre fiscal. As encomendas no período recuaram 28%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
A Siemens anunciou ontem que reduzirá em 1,6 mil o número de funcionários em três divisões do setor industrial na Alemanha durante o quarto trimestre fiscal, entre elas a fábrica de lâmpadas Osram.
O conglomerado alemão informou que seu lucro líquido caiu 8% no terceiro trimestre fiscal. As encomendas no período recuaram 28%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Sony Ericsson precisa de apoio financeiro, diz Sony
Qui, 30 Jul - 11h03
TÓQUIO/ESTOCOLMO, 30 de julho (Reuters) - A Sony precisa ampliar apoio financeiro à Sony Ericsson, afirmou Nobuyuki Oneda, vice-presidente-executivo de finanças da companhia japonesa, nesta quinta-feira.
Em resposta a uma pergunta sobre a fabricante de celulares, Oneda também disse que a Sony vai cooperar com a Ericsson em qualquer ajuda financeira, o que pode ser na forma de novos investimentos ou de um empréstimo das companhias que constituem a joint-venture ou de bancos.
A Ericsson reiterou que continuará dando suporte à deficitária Sony Ericsson, mas não forneceu mais detalhes.
"Nós continuaremos comprometido com a joint-venture e, se necessário, incluindo suporte financeiro", disse o porta-voz da Ericsson, Fredrik Hallstan, em email à Reuters.
Fonte: Reuters
TÓQUIO/ESTOCOLMO, 30 de julho (Reuters) - A Sony precisa ampliar apoio financeiro à Sony Ericsson, afirmou Nobuyuki Oneda, vice-presidente-executivo de finanças da companhia japonesa, nesta quinta-feira.
Em resposta a uma pergunta sobre a fabricante de celulares, Oneda também disse que a Sony vai cooperar com a Ericsson em qualquer ajuda financeira, o que pode ser na forma de novos investimentos ou de um empréstimo das companhias que constituem a joint-venture ou de bancos.
A Ericsson reiterou que continuará dando suporte à deficitária Sony Ericsson, mas não forneceu mais detalhes.
"Nós continuaremos comprometido com a joint-venture e, se necessário, incluindo suporte financeiro", disse o porta-voz da Ericsson, Fredrik Hallstan, em email à Reuters.
Fonte: Reuters
quarta-feira, 29 de julho de 2009
SMS Colaborativo ajudando o Terceiro Mundo
De Fabio Frazão in Modelos de Negócio
SMS ajuda Terceiro Mundo
O alcance e a capacidade de distribuição do celular agora são usados para ajudar comunidades carentes da África. E isso não é uma ação assistencialista, ou sem fins lucrativos.
Buscando o potencial de mais de 2 bilhões de usuários nos países em desenvolvimento, a txteagle oferece remuneração usando o cumprimento de “mini-tarefas” por meio do celular. O serviço é usado por empresas como a Nokia que tem interesse em testar softwares de mapas e realizar tradução de dialetos locais da África.
Tarefas são distribuídas via SMS com perguntas simples como: Traduza “Casa” na sua língua local. As respostas são consideradas válidas quando um mesmo resultado é apontado pela grande maioria dos respondentes.
Um sistema inteligente considera o comportamento histórico de respostas para selecionar novos grupos de distribuição de tarefas. Usuários com histórico de respostas corretas também ganham relevância na apuração. O pagamento da recompensa é feita através de conta bancária atrelada ao número do telefone.
Esse serviço é oferecido no Kenya pela Mobile Planet e Safaricom e em breve estará em Ruanda e Republica Dominicana através da operadora Viva.
Fonte: Modelos de Negócio
SMS ajuda Terceiro Mundo
O alcance e a capacidade de distribuição do celular agora são usados para ajudar comunidades carentes da África. E isso não é uma ação assistencialista, ou sem fins lucrativos.
Buscando o potencial de mais de 2 bilhões de usuários nos países em desenvolvimento, a txteagle oferece remuneração usando o cumprimento de “mini-tarefas” por meio do celular. O serviço é usado por empresas como a Nokia que tem interesse em testar softwares de mapas e realizar tradução de dialetos locais da África.
Tarefas são distribuídas via SMS com perguntas simples como: Traduza “Casa” na sua língua local. As respostas são consideradas válidas quando um mesmo resultado é apontado pela grande maioria dos respondentes.
Um sistema inteligente considera o comportamento histórico de respostas para selecionar novos grupos de distribuição de tarefas. Usuários com histórico de respostas corretas também ganham relevância na apuração. O pagamento da recompensa é feita através de conta bancária atrelada ao número do telefone.
Esse serviço é oferecido no Kenya pela Mobile Planet e Safaricom e em breve estará em Ruanda e Republica Dominicana através da operadora Viva.
Fonte: Modelos de Negócio
Leve sua claque particular no iPhone
Qua, 29 Jul - 10h42
O MyShow, primeiro aplicativo da revista MAC+, já está disponível na App Store
Por Marco Andrei Kichalowsky
Agora ficou fácil tornar a sua presença em um evento inesquecível. Com o MyShow, você transforma seu iPhone em sua claque particular. Conte aquela piadinha sem graça e aperte o botão para seu iPhone tocar a trilha sonora adequada ao seu charme:
Intro: para anunciar sua entrada triunfal.
Laugh: gargalhadas para estimular a audiência a rir de suas lorotas.
Drums: piada sem graça merece um “badabin-tssssss”!
Ohhh: “Eu te amo, pai”. “Eu também te amo, meu filho”. Segue a trilha.
Love: tema de amor para incrementar um encontro.
Thrill: tema de suspense.
Brincadeiras à parte, o MyShow é o primeiro programa para iPhone produzido pela MAC+. A iniciativa surgiu com a necessidade de se criar um app que fosse rápido de ser desenvolvido, a fim de se testar o processo de aprovação da App Store. Partindo de uma ideia de Heinar Maracy, editor-chefe da Mac+, e sob a batuta do próprio, o colaboradores da MAC+ Simone Mozzilli, Márcio Nigro e Ademar Varella se uniram para elaborar o aplicativo. Simone fez o design, Nigro, a trilha sonora, e Varella ficou com o desenvolvimento.
Varella conta como foi o processo: “O que foi bem bacana neste desenvolvimento foi que cada pessoa ficou responsável por uma parte e a fez com bastante eficiência”. “O interessante é que eu não conheço pessoalmente nenhum deles. Um trabalho feito remotamente e com muita eficiência. Méritos para o Heinar”, elogia.
Sobre a aprovação da App Store, Varella conta que o processo não é complicado, mas moroso. “Demoramos mais de 15 dias para conseguir esta aprovação. A parte mais complicada é você conseguir a sua licença de desenvolvedor. Para alguns amigos meus, demorou mais de 30 dias (e alguns até 45 dias)”, explica. Sem a licença, não é possível subir uma aplicação na loja virtual.
A aplicação deu origem à série de tutoriais de programação para iPhone que estão sendo publicados pela MAC+: “agora, depois de pronta, decidimos usá-la para ensinar nossos leitores a montar aplicações um pouco mais profissionais”, explica Varella. O desenvolvedor conta que os primeiros tutoriais vão se concentrar na construção da interface, programação e processo de envio da aplicação para a App Store. Em um segundo momento, os fascículos vão se aprofundar em cada conceito de programação do iPhone, incluindo a utilização dos acelerômetros, bancos de dados e web services, entre outras coisas.
“Quando o Heinar apresentou a idéia do myShow, confesso que fiquei desconfiado, pois achei que ia ser complicado explicar o seu funcionamento. Estava totalmente enganado. Todas as pessoas que mostro a aplicação adoram por sua simplicidade, beleza e entretenimento”, comemora Varella.
O MyShow é gratuito e já está disponível na App Store .
Fonte: Magnet
O MyShow, primeiro aplicativo da revista MAC+, já está disponível na App Store
Por Marco Andrei Kichalowsky
Agora ficou fácil tornar a sua presença em um evento inesquecível. Com o MyShow, você transforma seu iPhone em sua claque particular. Conte aquela piadinha sem graça e aperte o botão para seu iPhone tocar a trilha sonora adequada ao seu charme:
Intro: para anunciar sua entrada triunfal.
Laugh: gargalhadas para estimular a audiência a rir de suas lorotas.
Drums: piada sem graça merece um “badabin-tssssss”!
Ohhh: “Eu te amo, pai”. “Eu também te amo, meu filho”. Segue a trilha.
Love: tema de amor para incrementar um encontro.
Thrill: tema de suspense.
Brincadeiras à parte, o MyShow é o primeiro programa para iPhone produzido pela MAC+. A iniciativa surgiu com a necessidade de se criar um app que fosse rápido de ser desenvolvido, a fim de se testar o processo de aprovação da App Store. Partindo de uma ideia de Heinar Maracy, editor-chefe da Mac+, e sob a batuta do próprio, o colaboradores da MAC+ Simone Mozzilli, Márcio Nigro e Ademar Varella se uniram para elaborar o aplicativo. Simone fez o design, Nigro, a trilha sonora, e Varella ficou com o desenvolvimento.
Varella conta como foi o processo: “O que foi bem bacana neste desenvolvimento foi que cada pessoa ficou responsável por uma parte e a fez com bastante eficiência”. “O interessante é que eu não conheço pessoalmente nenhum deles. Um trabalho feito remotamente e com muita eficiência. Méritos para o Heinar”, elogia.
Sobre a aprovação da App Store, Varella conta que o processo não é complicado, mas moroso. “Demoramos mais de 15 dias para conseguir esta aprovação. A parte mais complicada é você conseguir a sua licença de desenvolvedor. Para alguns amigos meus, demorou mais de 30 dias (e alguns até 45 dias)”, explica. Sem a licença, não é possível subir uma aplicação na loja virtual.
A aplicação deu origem à série de tutoriais de programação para iPhone que estão sendo publicados pela MAC+: “agora, depois de pronta, decidimos usá-la para ensinar nossos leitores a montar aplicações um pouco mais profissionais”, explica Varella. O desenvolvedor conta que os primeiros tutoriais vão se concentrar na construção da interface, programação e processo de envio da aplicação para a App Store. Em um segundo momento, os fascículos vão se aprofundar em cada conceito de programação do iPhone, incluindo a utilização dos acelerômetros, bancos de dados e web services, entre outras coisas.
“Quando o Heinar apresentou a idéia do myShow, confesso que fiquei desconfiado, pois achei que ia ser complicado explicar o seu funcionamento. Estava totalmente enganado. Todas as pessoas que mostro a aplicação adoram por sua simplicidade, beleza e entretenimento”, comemora Varella.
O MyShow é gratuito e já está disponível na App Store .
Fonte: Magnet
terça-feira, 28 de julho de 2009
Atualização para o Palm Pre restaura capacidade de sincronia com o iTunes
Ter, 28 Jul - 10h57
Recurso havia sido desabilitado pela Apple no iTunes 8.2.1, e foi restaurado pela Palm
Por Antonio Blanc
A guerra entre Apple e Palm para decidir quem tem o melhor smartphone com tela sensível ao toque do mercado está esquentando. Quando lançado, o Palm Pre tinha como um de seus destaques a capacidade de sincronizar automaticamente fotos, vídeos e músicas com o iTunes, o media player da Apple. Para isso, o aparelho usava um truque sujo: simplesmente mentia para o programa, se apresentando como um iPod.
A Apple soube da tramóia e implementou na versão mais recente do iTunes, a 8.2.1, um meio de saber se o “iPod” era realmente quem dizia ser e impedir a sincronia caso se tratasse de um Palm Pre. Na descrição, a empresa alegava discretamente que a atualização, lançada há cerca de uma semana, “resolvia um problema com a validação de dispositivos Apple”.
E agora é a vez da Palm dar o troco, no que com certeza vai se tornar um jogo de gato e rato: em seu blog oficial, a empresa declara triunfante que a versão 1.1 do WebOS, o sistema operacional do Palm Pre, restaura a sincronização de midia. Ainda não há detalhes sobre qual o método usado para enganar o iTunes desta vez, mas com certeza a Apple já está atrás da resposta.
Mas segundo o site Pre Central, a versão 1.1 do WebOS também tem muito mais: há uma tonelada de recursos não documentados , que vão de alterações cosméticas, como novos sons para as notificações de sistema e menus animados, a melhorias de desempenho (no interpretador JavaScript), passando por novas versões de aplicativos pré-instalados como o álbum de fotos.
Ao contrário do iPhone, que exige intervenção do usuário para ser atualizado, o Palm Pre usa um sistema de atualização automática, feita em segundo plano sempre que o aparelho está ocioso e há uma conexão de banda larga (Wi-Fi, 3G) disponível. O WebOS 1.1 tem cerca de 87 MB.
Segundo informações de analistas, apenas durante o mês de junho a Palm vendeu mais de 300 mil unidades de seu smartphone, que até o momento está disponível apenas nos EUA pela operadora Sprint. A Telefónica prometeu recentemente
levar o aparelho para o Reino Unido, Espanha, Irlanda e Alemanha antes do final deste ano. Ainda não há informações sobre a chegada do Palm Pre ao Brasil.
Fonte: Magnet
Recurso havia sido desabilitado pela Apple no iTunes 8.2.1, e foi restaurado pela Palm
Por Antonio Blanc
A guerra entre Apple e Palm para decidir quem tem o melhor smartphone com tela sensível ao toque do mercado está esquentando. Quando lançado, o Palm Pre tinha como um de seus destaques a capacidade de sincronizar automaticamente fotos, vídeos e músicas com o iTunes, o media player da Apple. Para isso, o aparelho usava um truque sujo: simplesmente mentia para o programa, se apresentando como um iPod.
A Apple soube da tramóia e implementou na versão mais recente do iTunes, a 8.2.1, um meio de saber se o “iPod” era realmente quem dizia ser e impedir a sincronia caso se tratasse de um Palm Pre. Na descrição, a empresa alegava discretamente que a atualização, lançada há cerca de uma semana, “resolvia um problema com a validação de dispositivos Apple”.
E agora é a vez da Palm dar o troco, no que com certeza vai se tornar um jogo de gato e rato: em seu blog oficial, a empresa declara triunfante que a versão 1.1 do WebOS, o sistema operacional do Palm Pre, restaura a sincronização de midia. Ainda não há detalhes sobre qual o método usado para enganar o iTunes desta vez, mas com certeza a Apple já está atrás da resposta.
Mas segundo o site Pre Central, a versão 1.1 do WebOS também tem muito mais: há uma tonelada de recursos não documentados , que vão de alterações cosméticas, como novos sons para as notificações de sistema e menus animados, a melhorias de desempenho (no interpretador JavaScript), passando por novas versões de aplicativos pré-instalados como o álbum de fotos.
Ao contrário do iPhone, que exige intervenção do usuário para ser atualizado, o Palm Pre usa um sistema de atualização automática, feita em segundo plano sempre que o aparelho está ocioso e há uma conexão de banda larga (Wi-Fi, 3G) disponível. O WebOS 1.1 tem cerca de 87 MB.
Segundo informações de analistas, apenas durante o mês de junho a Palm vendeu mais de 300 mil unidades de seu smartphone, que até o momento está disponível apenas nos EUA pela operadora Sprint. A Telefónica prometeu recentemente
levar o aparelho para o Reino Unido, Espanha, Irlanda e Alemanha antes do final deste ano. Ainda não há informações sobre a chegada do Palm Pre ao Brasil.
Fonte: Magnet
Japoneses desenvolvem cartão microSD com interface Wi-Fi
Ter, 28 Jul - 11h20
Acessório foi projetado para acelerar a conexão à internet em celulares
Por Antonio Blanc
A operadora de telefonia japonesa KDDI apresentou no evento Wireless Japan 2009, acontecido na última semana em Tóquio, dois modelos de cartões microSD bastante incomuns: em vez de chips de memória flash, eles contém interfaces de rede sem fio (Wi-Fi). Os produtos foram desenvolvidos como uma forma de fazer um “upgrade” em celulares sem Wi-Fi, possibilitando acesso mais rápido à internet.
Os cartões, que tem o tamanho exato de um microSD convencional (11 × 16 × 0.7 mm), foram desenvolvidos por duas empresas japonesas: a Mitsumi Electric e a Renesas Technology, antiga divisão de semicondutores da Hitachi. Em ambos os modelos, as antenas internas ocupam um terço da área do cartão, o que torna o feito ainda mais impressionante.
Ambos operam nos padrões 802.11 b/g e tem baixíssimo consumo de energia: o modelo da Mitsumi usa um chipset da Atheros que, segundo o fabricante , poderia operar
por mais de 100 horas em uma chamada VoIP antes de drenar uma bateria típica de celular.
A novidade pode lembrar um produto semelhante de uma empresa norte-americana: os cartões SD Eye-Fi . Além da memória flash para armazenamento de dados (entre 2 e 4 GB), o Eye-Fi tem uma interface Wi-Fi para “esvaziá-la” periodicamente em um PC próximo ou na internet. Com eles, é possível mandar fotos direto da máquina digital para sites como o Flickr, por exemplo.
Entretanto, o funcionamento é diferente: o Eye-Fi é completamente invisível para o aparelho e a comunicação é unidirecional: dele para o PC ou site. Já os cartões da KDDI são interfaces de rede completas, e transformam um celular comum (desde que compatível) em um aparelho “sempre conectado”, como se tivesse Wi-Fi embutido de fábrica.
Os cartões ainda não tem preço nem data de chegada ao mercado definidos. Como a maioria dos produtos japoneses, o MicroSD da KDDI pode demorar para chegar ao ocidente ou mesmo nunca ser lançado fora do Japão.
Fonte: Magnet
Acessório foi projetado para acelerar a conexão à internet em celulares
Por Antonio Blanc
A operadora de telefonia japonesa KDDI apresentou no evento Wireless Japan 2009, acontecido na última semana em Tóquio, dois modelos de cartões microSD bastante incomuns: em vez de chips de memória flash, eles contém interfaces de rede sem fio (Wi-Fi). Os produtos foram desenvolvidos como uma forma de fazer um “upgrade” em celulares sem Wi-Fi, possibilitando acesso mais rápido à internet.
Os cartões, que tem o tamanho exato de um microSD convencional (11 × 16 × 0.7 mm), foram desenvolvidos por duas empresas japonesas: a Mitsumi Electric e a Renesas Technology, antiga divisão de semicondutores da Hitachi. Em ambos os modelos, as antenas internas ocupam um terço da área do cartão, o que torna o feito ainda mais impressionante.
Ambos operam nos padrões 802.11 b/g e tem baixíssimo consumo de energia: o modelo da Mitsumi usa um chipset da Atheros que, segundo o fabricante , poderia operar
por mais de 100 horas em uma chamada VoIP antes de drenar uma bateria típica de celular.
A novidade pode lembrar um produto semelhante de uma empresa norte-americana: os cartões SD Eye-Fi . Além da memória flash para armazenamento de dados (entre 2 e 4 GB), o Eye-Fi tem uma interface Wi-Fi para “esvaziá-la” periodicamente em um PC próximo ou na internet. Com eles, é possível mandar fotos direto da máquina digital para sites como o Flickr, por exemplo.
Entretanto, o funcionamento é diferente: o Eye-Fi é completamente invisível para o aparelho e a comunicação é unidirecional: dele para o PC ou site. Já os cartões da KDDI são interfaces de rede completas, e transformam um celular comum (desde que compatível) em um aparelho “sempre conectado”, como se tivesse Wi-Fi embutido de fábrica.
Os cartões ainda não tem preço nem data de chegada ao mercado definidos. Como a maioria dos produtos japoneses, o MicroSD da KDDI pode demorar para chegar ao ocidente ou mesmo nunca ser lançado fora do Japão.
Fonte: Magnet
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Ericsson vence leilão de ativos celulares da Nortel
Sáb, 25 Jul - 12h09
TORONTO, 25 de julho (Reuters) - A Ericsson venceu leilão dos ativos celulares da Nortel Networks, em um acordo avaliado em 1,13 bilhão de dólares, informou a companhia canadense em concordata, neste sábado.
A venda proposta significa que a Ericsson vai deter as importantes tecnologias CDMA e de rede sem fio de próxima geração LTE da Nortel, que pediu proteção contra falência em janeiro.
A Nortel informou que a Ericsson continuará oferecendo emprego a um mínimo de 2.500 funcionários da empresa. A informação da empresa não esclareceu quantos funcionários trabalham nas operações que concordou em vender e um porta-voz não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.
A fabricante canadense de celulares Research In Motion tinha interesse em participar do leilão, mas afirmou que a Nortel a impediu, apesar de proposta de 1,1 bilhão de dólares.
Segundo a Nortel, a RIM se recusou a estabelecer acordos de confidencialidade que outros interessados no leilão aceitaram.
A Nortel, que já foi a maior fabricante norte-americana de equipamentos para telecomunicações pediu concordata no início deste ano após sofrer impacto da crise econômica, que prejudicou os esforços da empresa iniciados em 2005 para recuperar sua operação.
A companhia canadense emprega cerca de 25 mil pessoas, bem abaixo do pico de 90 mil, quando a empresa estava em seu auge, no início da década.
A empresa parece mais propensa agora a se vender em partes em vez de buscar uma reestruturação judicial que a ajudaria a deixar o processo de proteção contra credores como um grupo de menor escala.
A oferta vencedora da Ericsson está sujeita à aprovação conjunta por tribunais de falência dos Estados Unidos e Canadá, que devem avaliar o assunto em 28 de julho.
Fonte: Reuters
TORONTO, 25 de julho (Reuters) - A Ericsson venceu leilão dos ativos celulares da Nortel Networks, em um acordo avaliado em 1,13 bilhão de dólares, informou a companhia canadense em concordata, neste sábado.
A venda proposta significa que a Ericsson vai deter as importantes tecnologias CDMA e de rede sem fio de próxima geração LTE da Nortel, que pediu proteção contra falência em janeiro.
A Nortel informou que a Ericsson continuará oferecendo emprego a um mínimo de 2.500 funcionários da empresa. A informação da empresa não esclareceu quantos funcionários trabalham nas operações que concordou em vender e um porta-voz não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.
A fabricante canadense de celulares Research In Motion tinha interesse em participar do leilão, mas afirmou que a Nortel a impediu, apesar de proposta de 1,1 bilhão de dólares.
Segundo a Nortel, a RIM se recusou a estabelecer acordos de confidencialidade que outros interessados no leilão aceitaram.
A Nortel, que já foi a maior fabricante norte-americana de equipamentos para telecomunicações pediu concordata no início deste ano após sofrer impacto da crise econômica, que prejudicou os esforços da empresa iniciados em 2005 para recuperar sua operação.
A companhia canadense emprega cerca de 25 mil pessoas, bem abaixo do pico de 90 mil, quando a empresa estava em seu auge, no início da década.
A empresa parece mais propensa agora a se vender em partes em vez de buscar uma reestruturação judicial que a ajudaria a deixar o processo de proteção contra credores como um grupo de menor escala.
A oferta vencedora da Ericsson está sujeita à aprovação conjunta por tribunais de falência dos Estados Unidos e Canadá, que devem avaliar o assunto em 28 de julho.
Fonte: Reuters
Vendas de aparelhos celulares 3G decepcionam os fabricantes
Seg, 27 Jul - 01h04
A crise econômica prejudicou o crescimento dos celulares de terceira geração (3G) no mercado brasileiro. Mais de um ano após as empresas iniciarem campanhas agressivas de lançamento, os aparelhos com a nova tecnologia, que permite acesso rápido à internet, representam apenas 1,19% do mercado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para os analistas do setor, alguns fatores atrapalham os planos das fabricantes de aparelhos 3G. O consumidor não vê vantagens nos aplicativos que justifiquem pagar mais caro por eles em época de crise. A área de cobertura da nova tecnologia ainda é restrita. E a estratégia das operadoras para a tecnologia 3G é privilegiar as vendas dos modems - que permitem ligar o computador à internet via celular -, ao invés dos aparelhos.
"A crise afetou o ritmo de entrada do 3G. Os consumidores e as operadoras colocaram o pé no freio na hora da troca de aparelho", diz Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Ele ressalta que o impacto provocado pela crise não se restringe apenas aos aparelhos 3G, mas é generalizado.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a produção de aparelhos celulares caiu 29,3% em maio em relação ao mesmo mês de 2008. É um porcentual inferior à queda de 44,9% de abril e dos 63,8% de janeiro, mas mesmo assim um recuo significativo.
"Ainda cresce o número de linhas ativas, logo as operadoras não estão sendo tão afetadas pela crise. Mas as vendas de aparelhos caíram bastante", diz Tude. Segundo a Anatel, o número de assinantes de telefones celulares no País cresceu 1,34% em junho.
De acordo com Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola, a maior procura do mercado hoje é por smartphones (que parecem computadores de mão), independente da tecnologia, porque os aparelhos possuem um teclado mais fácil para escrever. "O consumidor está mais preocupado com o design. 2G e 3G ainda é apenas uma sopa de letrinhas", diz.
O executivo revela que a companhia vai investir em smartphones nos próximos lançamentos e ainda não sabe se lançará novos modelos 3G com teclado normal. Ele ressalta que o smartphone GSM tem mais apelo hoje para o consumidor e é mais barato que um telefone 3G comum. "O 3G vai ser um sucesso quando o preço estiver mais acessível", diz.
A experiência das fabricantes de celulares com a tecnologia 3G está sendo muito diferente do que quando o GSM chegou ao Brasil. Lançados em meados de 2003, os aparelhos GSM conquistaram 14,8% do mercado no fim daquele ano, 34,2% em 2004 e estavam no topo em 2005, com 51,8% do total.
Segundo Tude, da Teleco, os dois cenários são muito diferentes, porque os celulares GSM chegaram com dez anos de atraso ao País e, portanto, estrearam com preço acessível. No caso do 3G, o atraso é de apenas dois anos e a escala de produção global ainda é pequena.
"O 3G poderia estar crescendo mais rápido", reconhece Hamilton Yoshida, diretor de Marketing da Divisão de Telecomunicações da Samsung. "Ainda tem uma questão de preço. Existem ofertas muito boas de 2G (celulares GSM, de segunda geração) na faixa de R$ 500 a R$ 700. A maioria dos 3G está acima de R$ 1 mil."
Yoshida aponta que houve uma retração muito grande do mercado de aparelhos a partir de outubro do ano passado. Mas que, este ano, as vendas vêm apresentando uma melhora mês a mês.
Fonte: MacWorld
O gerente de celulares da LG, Rodrigo Ayres, diz que, apesar de as vendas de celulares 3G serem menos de 10% do volume total, em valores já ultrapassam 20%, pois os aparelhos são mais caros. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A crise econômica prejudicou o crescimento dos celulares de terceira geração (3G) no mercado brasileiro. Mais de um ano após as empresas iniciarem campanhas agressivas de lançamento, os aparelhos com a nova tecnologia, que permite acesso rápido à internet, representam apenas 1,19% do mercado, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para os analistas do setor, alguns fatores atrapalham os planos das fabricantes de aparelhos 3G. O consumidor não vê vantagens nos aplicativos que justifiquem pagar mais caro por eles em época de crise. A área de cobertura da nova tecnologia ainda é restrita. E a estratégia das operadoras para a tecnologia 3G é privilegiar as vendas dos modems - que permitem ligar o computador à internet via celular -, ao invés dos aparelhos.
"A crise afetou o ritmo de entrada do 3G. Os consumidores e as operadoras colocaram o pé no freio na hora da troca de aparelho", diz Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. Ele ressalta que o impacto provocado pela crise não se restringe apenas aos aparelhos 3G, mas é generalizado.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a produção de aparelhos celulares caiu 29,3% em maio em relação ao mesmo mês de 2008. É um porcentual inferior à queda de 44,9% de abril e dos 63,8% de janeiro, mas mesmo assim um recuo significativo.
"Ainda cresce o número de linhas ativas, logo as operadoras não estão sendo tão afetadas pela crise. Mas as vendas de aparelhos caíram bastante", diz Tude. Segundo a Anatel, o número de assinantes de telefones celulares no País cresceu 1,34% em junho.
De acordo com Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola, a maior procura do mercado hoje é por smartphones (que parecem computadores de mão), independente da tecnologia, porque os aparelhos possuem um teclado mais fácil para escrever. "O consumidor está mais preocupado com o design. 2G e 3G ainda é apenas uma sopa de letrinhas", diz.
O executivo revela que a companhia vai investir em smartphones nos próximos lançamentos e ainda não sabe se lançará novos modelos 3G com teclado normal. Ele ressalta que o smartphone GSM tem mais apelo hoje para o consumidor e é mais barato que um telefone 3G comum. "O 3G vai ser um sucesso quando o preço estiver mais acessível", diz.
A experiência das fabricantes de celulares com a tecnologia 3G está sendo muito diferente do que quando o GSM chegou ao Brasil. Lançados em meados de 2003, os aparelhos GSM conquistaram 14,8% do mercado no fim daquele ano, 34,2% em 2004 e estavam no topo em 2005, com 51,8% do total.
Segundo Tude, da Teleco, os dois cenários são muito diferentes, porque os celulares GSM chegaram com dez anos de atraso ao País e, portanto, estrearam com preço acessível. No caso do 3G, o atraso é de apenas dois anos e a escala de produção global ainda é pequena.
"O 3G poderia estar crescendo mais rápido", reconhece Hamilton Yoshida, diretor de Marketing da Divisão de Telecomunicações da Samsung. "Ainda tem uma questão de preço. Existem ofertas muito boas de 2G (celulares GSM, de segunda geração) na faixa de R$ 500 a R$ 700. A maioria dos 3G está acima de R$ 1 mil."
Yoshida aponta que houve uma retração muito grande do mercado de aparelhos a partir de outubro do ano passado. Mas que, este ano, as vendas vêm apresentando uma melhora mês a mês.
Fonte: MacWorld
O gerente de celulares da LG, Rodrigo Ayres, diz que, apesar de as vendas de celulares 3G serem menos de 10% do volume total, em valores já ultrapassam 20%, pois os aparelhos são mais caros. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Preferidos das operadoras, modems são sucesso
Seg, 27 Jul - 01h05
Em junho, 1,9 milhão de celulares 3G estavam ativos no Brasil, uma alta de 12,44% em relação a dezembro de 2008. Em igual período, a demanda por modems, para ter acesso a rede 3G via computador, explodiu. A alta é de 434,9% na mesma comparação, atingindo quase 3,6 milhões de modems ativos em junho . "Os números de modems surpreenderam. É uma venda melhor para a operadora do que o celular", diz Luís Minoru, diretor da área de consultoria da PromonLogicalis.
Ele explica que, ao vender um modem, a operadora conquista um novo cliente ou uma segunda linha, enquanto incentivar a troca de aparelhos GSM por 3G significa um custo para manter o cliente. Por isso, a estratégia das operadoras tem sido subsidiar as vendas de modems, ao invés de celulares.
Algumas fabricantes resistiram a produzir modems, porque temiam "canibalizar" o mercado dos celulares 3G, diz Minoru. As empresas insistiam que os consumidores deveriam utilizar os próprios celulares como modems para os laptops. Mas, por enquanto, a ideia não emplacou no Brasil.
Líder de mercado, a Nokia deve lançar ainda este ano seu próprio modem. Segundo Fernando Soares, gerente de portfólio da Nokia, a empresa fabrica 3G no País desde 2007 e possui mais de 30 modelos no mercado. Ele garante que as vendas estão dentro da expectativa. "O 3G já é uma realidade, mas vai massificar mais. Existe uma grande parcela da população que ainda compra o mais barato." Soares prevê forte crescimento do celular 3G no ano que vem, quando a cobertura da rede crescer. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
Em junho, 1,9 milhão de celulares 3G estavam ativos no Brasil, uma alta de 12,44% em relação a dezembro de 2008. Em igual período, a demanda por modems, para ter acesso a rede 3G via computador, explodiu. A alta é de 434,9% na mesma comparação, atingindo quase 3,6 milhões de modems ativos em junho . "Os números de modems surpreenderam. É uma venda melhor para a operadora do que o celular", diz Luís Minoru, diretor da área de consultoria da PromonLogicalis.
Ele explica que, ao vender um modem, a operadora conquista um novo cliente ou uma segunda linha, enquanto incentivar a troca de aparelhos GSM por 3G significa um custo para manter o cliente. Por isso, a estratégia das operadoras tem sido subsidiar as vendas de modems, ao invés de celulares.
Algumas fabricantes resistiram a produzir modems, porque temiam "canibalizar" o mercado dos celulares 3G, diz Minoru. As empresas insistiam que os consumidores deveriam utilizar os próprios celulares como modems para os laptops. Mas, por enquanto, a ideia não emplacou no Brasil.
Líder de mercado, a Nokia deve lançar ainda este ano seu próprio modem. Segundo Fernando Soares, gerente de portfólio da Nokia, a empresa fabrica 3G no País desde 2007 e possui mais de 30 modelos no mercado. Ele garante que as vendas estão dentro da expectativa. "O 3G já é uma realidade, mas vai massificar mais. Existe uma grande parcela da população que ainda compra o mais barato." Soares prevê forte crescimento do celular 3G no ano que vem, quando a cobertura da rede crescer. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Agência Estado
Palm e Apple brigam quanto a iTunes e Pre
Seg, 27 Jul - 10h22
Por Gabriel Madway
SAN FRANCISCO, Estados Unidos, 27 de julho (Reuters) - A Palm disparou outra salva contra a Apple em sua guerra dos celulares inteligentes, em uma disputa entre as duas rivais para determinar se o serviço de música iTunes deveria ser compatível com o novo celular inteligente Palm Pre.
A Palm, cujos executivos incluem antigos líderes da Apple, lançou uma atualização de software na semana passada que permitiu que seus aparelhos voltem a ser sincronizados com o software de administração de mídia iTunes, da Apple.
A decisão surgiu depois que a Apple, na semana passada, lançou uma atualização de software para fechar uma brecha no iTunes que permitia sincronização com o Pre. A Apple afirma que iTunes foi projetado para trabalhar com os produtos iPod e iPhone.
A Palm anunciou a atualização de software em mensagem que imitava uma das frases características de Steve Jobs, "Ah, e mais uma coisa", usada muitas vezes pelo presidente-executivo da Apple para anunciar um novo produto.
"Ah, e mais uma coisa: O Palm webOS 1.1 volta a permitir a sincronização de mídia dos aparelhos Palm. É isso mesmo -você uma vez mais ganha acesso livre à sua música, fotos e vídeos na versão atual do iTunes (8.2.1)", anunciou a Palm em mensagem publicada em seu blog.
Não ficou claro, se a Apple lançará uma nova correção de software para bloquear a ação da Palm. Quando convidado a comentar, um porta-voz da Apple declarou que "como já dissemos antes, versões mais novas do software Apple iTunes podem não mais oferecer sincronização com players digitais de mídia incompatíveis".
A Palm lançou o Pre em junho, atraindo críticas positivas, e seu objetivo é conquistar uma fatia no mercado de celulares inteligentes com telas sensíveis a toques. Antes do lançamento, a Palm havia alardeado que o Pre "propicia sincronização direta com a iTunes".
Mike Abramsky, analista da RBC Capital markets, estima que a Palm tenha vendido entre 325 mil e 375 mil Pres, até o momento, bem acima das expectativas. Em comparação, a Apple vendeu mais de 1 milhão de unidades do iPhone 3GS nos três primeiros dias do aparelho no mercado.
Fonte: Reuters
Por Gabriel Madway
SAN FRANCISCO, Estados Unidos, 27 de julho (Reuters) - A Palm disparou outra salva contra a Apple em sua guerra dos celulares inteligentes, em uma disputa entre as duas rivais para determinar se o serviço de música iTunes deveria ser compatível com o novo celular inteligente Palm Pre.
A Palm, cujos executivos incluem antigos líderes da Apple, lançou uma atualização de software na semana passada que permitiu que seus aparelhos voltem a ser sincronizados com o software de administração de mídia iTunes, da Apple.
A decisão surgiu depois que a Apple, na semana passada, lançou uma atualização de software para fechar uma brecha no iTunes que permitia sincronização com o Pre. A Apple afirma que iTunes foi projetado para trabalhar com os produtos iPod e iPhone.
A Palm anunciou a atualização de software em mensagem que imitava uma das frases características de Steve Jobs, "Ah, e mais uma coisa", usada muitas vezes pelo presidente-executivo da Apple para anunciar um novo produto.
"Ah, e mais uma coisa: O Palm webOS 1.1 volta a permitir a sincronização de mídia dos aparelhos Palm. É isso mesmo -você uma vez mais ganha acesso livre à sua música, fotos e vídeos na versão atual do iTunes (8.2.1)", anunciou a Palm em mensagem publicada em seu blog.
Não ficou claro, se a Apple lançará uma nova correção de software para bloquear a ação da Palm. Quando convidado a comentar, um porta-voz da Apple declarou que "como já dissemos antes, versões mais novas do software Apple iTunes podem não mais oferecer sincronização com players digitais de mídia incompatíveis".
A Palm lançou o Pre em junho, atraindo críticas positivas, e seu objetivo é conquistar uma fatia no mercado de celulares inteligentes com telas sensíveis a toques. Antes do lançamento, a Palm havia alardeado que o Pre "propicia sincronização direta com a iTunes".
Mike Abramsky, analista da RBC Capital markets, estima que a Palm tenha vendido entre 325 mil e 375 mil Pres, até o momento, bem acima das expectativas. Em comparação, a Apple vendeu mais de 1 milhão de unidades do iPhone 3GS nos três primeiros dias do aparelho no mercado.
Fonte: Reuters
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Apple e RIM tem marketshare mais rentável no mercado de celulares
Qua, 22 Jul - 19h31
Mesmo com pequena participação, as fabricantes tem lucro maior
Por Marco Andrei Kichalowsky
com Henrique Cesar Ulbrich
A liderança absoluta no mercado de celulares pertence à Nokia, mas quem tira mais vantagem da fatia que lhe cabe é a dupla Apple, com seu iPhone, e Research in Motion ( RIM ), fabricante do Blackberry, de acordo com um estudo do Deutsche Bank.
De acordo com o The Wall Street Journal , apesar de totalizar apenas 3% dos celulares vendidos no mundo, as fabricantes do iPhone e do BlackBerry abocanharam 35% dos lucros totais obtidos em todas as vendas. A Apple, sozinha, gerou cerca de 20% dos lucros em todo o mundo, com apenas 1% de participação do mercado.
Segundo o analista do Deutsche Bank, Brian Modoff, a fatia pode aumentar mais ainda no ano que vem. Modoff estima que Apple e RIM vão somar, juntas, apenas 5% do total de celulares vendidos entre todas as marcas. Todavia, esses 5% do número de aparelhos será responsável por 58% dos lucros totais da indústria móvel.
Madoff acredita que o fenômeno se dê, em parte, pelo apelo que os smartphones possuem e pelos pesados subsídios que as operadoras oferecem para a aquisição desses modelos. Os telefones mais simples, como os fabricados pela Nokia e pela Sony Ericsson, obtém menos subsídios e, aliado aos preços bem menores, significam margens de lucro bem mais baixas, o que tornaria tais modelos viáveis apenas pela economia de escala. Não por acaso, tanto a Nokia quanto a joint venture Sony Ericsson apresentaram prejuízos no primeiro semestre de 2009 – e, no caso desta última, vem acumulando prejuízos nos quatro últimos trimestres.
Fonte: Magnet
Mesmo com pequena participação, as fabricantes tem lucro maior
Por Marco Andrei Kichalowsky
com Henrique Cesar Ulbrich
A liderança absoluta no mercado de celulares pertence à Nokia, mas quem tira mais vantagem da fatia que lhe cabe é a dupla Apple, com seu iPhone, e Research in Motion ( RIM ), fabricante do Blackberry, de acordo com um estudo do Deutsche Bank.
De acordo com o The Wall Street Journal , apesar de totalizar apenas 3% dos celulares vendidos no mundo, as fabricantes do iPhone e do BlackBerry abocanharam 35% dos lucros totais obtidos em todas as vendas. A Apple, sozinha, gerou cerca de 20% dos lucros em todo o mundo, com apenas 1% de participação do mercado.
Segundo o analista do Deutsche Bank, Brian Modoff, a fatia pode aumentar mais ainda no ano que vem. Modoff estima que Apple e RIM vão somar, juntas, apenas 5% do total de celulares vendidos entre todas as marcas. Todavia, esses 5% do número de aparelhos será responsável por 58% dos lucros totais da indústria móvel.
Madoff acredita que o fenômeno se dê, em parte, pelo apelo que os smartphones possuem e pelos pesados subsídios que as operadoras oferecem para a aquisição desses modelos. Os telefones mais simples, como os fabricados pela Nokia e pela Sony Ericsson, obtém menos subsídios e, aliado aos preços bem menores, significam margens de lucro bem mais baixas, o que tornaria tais modelos viáveis apenas pela economia de escala. Não por acaso, tanto a Nokia quanto a joint venture Sony Ericsson apresentaram prejuízos no primeiro semestre de 2009 – e, no caso desta última, vem acumulando prejuízos nos quatro últimos trimestres.
Fonte: Magnet
quarta-feira, 22 de julho de 2009
LG Electronics tem lucro trimestral recorde no 2o trimestre
Qua, 22 Jul - 09h53
Por Marie-France Han e Rhee So-eui
SEUL (Reuters) - A LG Electronics divulgou um lucro trimestral recorde, puxado por vendas expressivas de celulares e televisores, o que a ajudou a ganhar participação de mercado das concorrentes Nokia e Motorola.
Contudo, preocupações sobre margens de lucro mais fracas podem impedir um rali das ações da companhia.
A LG Electronics está se beneficiando da fraqueza da moeda local e de uma forte linha de televisores de tela plana, celulares e outros produtos, incluindo o aparelho multimídia sensível a toque ARENA.
A companhia, que concorre com a Samsung Electronics e a Sony no mercado de televisores com display de cristal líquido (LCD), também está desfrutando de vendas robustas e da melhora das margens de lucro de televisores de tela plana.
Mas há dúvidas sobre se a LG pode manter um crescimento tão forte, após a companhia ter dito que as margens de lucro dos celulares no terceiro trimestre podem cair levemente.
"O segundo trimestre normalmente é a melhor temporada para a LG", disse Choi Hyun-jae, analista da Tong Yang Securities.
A unidade que fabrica ar condicionado da LG, a maior do mundo, geralmente registra as margens e vendas mais altas no segundo trimestre.
"Os riscos econômicos globais continuam e a feroz competitividade entre novos produtos também pode resultar em reduções de preço", explicou Choi.
O cenário global está melhorando, mas isso não se traduz em melhor demanda, disseram executivos da companhia.
A LG, que fica atrás da Nokia e da Samsung no segmento de celulares, vendeu um recorde de 29,8 milhões de aparelhos no segundo trimestre, ante 22,6 milhões de unidades comercializadas de janeiro a março.
A companhia divulgou margem de lucro operacional de 11 por cento no segmento de celulares, contra 6,7 por cento no primeiro trimestre, número que Choi afirma ser "bem extraordinário".
O lucro trimestral líquido saltou 62 por cento frente ao ano anterior, para 1,15 trilhão de wons, registrando uma forte recuperação em relação ao prejuízo líquido de 198 bilhões de wons de janeiro a março.
As vendas globais da companhia alcançaram 14,5 trilhões de wons, alinhadas às expectativas.
Fonte: Reuters
Por Marie-France Han e Rhee So-eui
SEUL (Reuters) - A LG Electronics divulgou um lucro trimestral recorde, puxado por vendas expressivas de celulares e televisores, o que a ajudou a ganhar participação de mercado das concorrentes Nokia e Motorola.
Contudo, preocupações sobre margens de lucro mais fracas podem impedir um rali das ações da companhia.
A LG Electronics está se beneficiando da fraqueza da moeda local e de uma forte linha de televisores de tela plana, celulares e outros produtos, incluindo o aparelho multimídia sensível a toque ARENA.
A companhia, que concorre com a Samsung Electronics e a Sony no mercado de televisores com display de cristal líquido (LCD), também está desfrutando de vendas robustas e da melhora das margens de lucro de televisores de tela plana.
Mas há dúvidas sobre se a LG pode manter um crescimento tão forte, após a companhia ter dito que as margens de lucro dos celulares no terceiro trimestre podem cair levemente.
"O segundo trimestre normalmente é a melhor temporada para a LG", disse Choi Hyun-jae, analista da Tong Yang Securities.
A unidade que fabrica ar condicionado da LG, a maior do mundo, geralmente registra as margens e vendas mais altas no segundo trimestre.
"Os riscos econômicos globais continuam e a feroz competitividade entre novos produtos também pode resultar em reduções de preço", explicou Choi.
O cenário global está melhorando, mas isso não se traduz em melhor demanda, disseram executivos da companhia.
A LG, que fica atrás da Nokia e da Samsung no segmento de celulares, vendeu um recorde de 29,8 milhões de aparelhos no segundo trimestre, ante 22,6 milhões de unidades comercializadas de janeiro a março.
A companhia divulgou margem de lucro operacional de 11 por cento no segmento de celulares, contra 6,7 por cento no primeiro trimestre, número que Choi afirma ser "bem extraordinário".
O lucro trimestral líquido saltou 62 por cento frente ao ano anterior, para 1,15 trilhão de wons, registrando uma forte recuperação em relação ao prejuízo líquido de 198 bilhões de wons de janeiro a março.
As vendas globais da companhia alcançaram 14,5 trilhões de wons, alinhadas às expectativas.
Fonte: Reuters
terça-feira, 21 de julho de 2009
Casal é preso por contratar matador de aluguel por SMS
Seg, 20 Jul - 14h18
Contratado recusou o serviço e entregou seu celular ao FBI
Por Stella Dauer
A utilidade das mensagens de texto dos celulares é indiscutível. Um casal de Indiana, Estados Unidos, tentou contratar um assassino por encomenda via SMS , mas acabou preso após serem descobertos pela polícia.
De acordo com o site Switched Heidi Friedburg e seu namorado William Alexander planejavam matar o ex-namorado dela, e estavam tentando contratar um antigo colega de trabalho de Friedburg como matador de aluguel via mensagens de texto. O possível assassino deveria atirar no homem que tentava ganhar a custódia do filho que tinha tido acidentalmente com Friedburg.
Uma das mensagens dizia “Serei responsabilizada imediatamente se não parecer um acidente” e outra pedia ao homem contratado que informasse o momento em que o crime tivesse sido cometido, para que ela encontrasse um álibi forte o bastante para que o casal não fossem declarados suspeitos, noticiou o site The News Dispatch . Eles ofereceram US$ 200 para os gastos com a gasolina e uma piscina plástica para carregar o corpo.
O ex-colega de trabalho de Friedburg parece não ter aceitado o trabalho, porque se dirigiu até o FBI e entregou seu celular com as mensagens de texto à polícia, uma prova concreta da intenção do assassinato. Friedburg e Alexander foram presos em flagrante com a acusação de conspiração de assassinato interestadual. Se declarados culpados, poderão passar 10 anos na cadeia.
Fonte: Magnet
Contratado recusou o serviço e entregou seu celular ao FBI
Por Stella Dauer
A utilidade das mensagens de texto dos celulares é indiscutível. Um casal de Indiana, Estados Unidos, tentou contratar um assassino por encomenda via SMS , mas acabou preso após serem descobertos pela polícia.
De acordo com o site Switched Heidi Friedburg e seu namorado William Alexander planejavam matar o ex-namorado dela, e estavam tentando contratar um antigo colega de trabalho de Friedburg como matador de aluguel via mensagens de texto. O possível assassino deveria atirar no homem que tentava ganhar a custódia do filho que tinha tido acidentalmente com Friedburg.
Uma das mensagens dizia “Serei responsabilizada imediatamente se não parecer um acidente” e outra pedia ao homem contratado que informasse o momento em que o crime tivesse sido cometido, para que ela encontrasse um álibi forte o bastante para que o casal não fossem declarados suspeitos, noticiou o site The News Dispatch . Eles ofereceram US$ 200 para os gastos com a gasolina e uma piscina plástica para carregar o corpo.
O ex-colega de trabalho de Friedburg parece não ter aceitado o trabalho, porque se dirigiu até o FBI e entregou seu celular com as mensagens de texto à polícia, uma prova concreta da intenção do assassinato. Friedburg e Alexander foram presos em flagrante com a acusação de conspiração de assassinato interestadual. Se declarados culpados, poderão passar 10 anos na cadeia.
Fonte: Magnet
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