A GVT informou que firmou parceria comercial com a SKY para oferecer benefícios conjuntos aos clientes que adotarem serviços das duas empresas. O cliente que adquirir pacotes de telefonia e banda larga da GVT, e planos de TV por assinatura da SKY, terão descontos e benefícios exclusivos. Os detalhes comerciais da parceria, cujo contrato foi assinado hoje, serão divulgados no momento do lançamento ao consumidor final, programado para o próximo mês.
No comunicado, a GVT diz que a iniciativa também sinaliza o movimento das duas empresas rumo à oferta de pacotes combinados com maior número de opções ao cliente final, conhecidos por "triple play", que reúnem telefonia, banda larga e TV por assinatura.
Sem alarde, a Oi começou a vender esta semana seu serviço de TV por assinatura, prestado por meio de transmissão via satélite (DTH). Inicialmente restrito ao Estado do Rio de Janeiro, a operadora optou por vender os pacotes de canais em separado de seus serviços de telefonia e acesso à internet, ao contrário da estratégia utilizada pela concorrência.
De acordo com informações disponíveis no site da empresa, o pacote básico de assinatura, que contém 25 canais, é oferecido ao preço promocional de R$ 29,90 por mês durante um ano. Fox, Warner, TNT e National Geographic são alguns dos canais. A companhia oferece, ainda, quatro pacotes adicionais, com preços que variam de R$ 14,90 a R$ 29,90. A Oi TV não fechou, no entanto, acordo para exibir a programação dos canais Globosat.
Como promoção de lançamento, a operadora informa que não cobrará pela taxa de instalação, nem pelo decodificador a ser utilizado pelo cliente. Mas caso o cliente desista do pacote antes do período de um ano, terá de pagar pelo custo proporcional do regime de comodato do aparelho, que pode chegar a R$ 240.
Por conta de restrições da Lei Geral das Telecomunicações, a tecnologia via satélite foi a alternativa encontrada pela empresa para oferecer o serviço e disputar clientes, principalmente, com a Net, que vem ganhando participação na oferta de acesso à internet por conta da oferta dos chamados "kombos".
O lançamento do serviço acontece com atraso. A empresa recebeu em setembro do ano passado autorização da Agência Nacional de telecomunicações (Anatel) para explorar o serviço. Na ocasião, a empresa afirmava que tinha a expectativa de iniciar as operações ainda naquele ano. A estimativa passou a ser o primeiro semestre de 2009, mas acabou se concretizando, apenas em meados de julho.
A operadora não poderia esperar por muito mais tempo. De acordo com as regras da Anatel, a empresa teria um ano, a partir da autorização, para dar início às operações, prazo que expiraria, portanto, em setembro deste ano.
LOS ANGELES (Reuters) - O público começa a soltar a voz no Twitter com curtas opiniões sobre filmes enviadas cada vez mais rapidamente e para cada vez mais pessoas, e sua capacidade de gerar um sucesso de bilheteria ou um fracasso total está forçando os estúdios hollywoodianos a repensar suas estratégias de marketing.
O risco é ainda maior durante esta temporada de férias do meio do ano, quando são lançados filmes do porte de "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", que chegou aos cinemas na quarta-feira, direcionados especialmente a um público jovem e mais plugado.
Para quem está de olho nas bilheterias, o Twitter, serviço de micro-blog que permite que usuários postem seus gracejos na hora para que todo o mundo veja, é a nova arma de última-geração entre celulares e computadores usada por espectadores para lançar suas críticas sobre filmes, antes mesmo de saírem do cinema.
Uma propaganda boca-a-boca como essa entre fãs pode tanto bombar como acabar com as vendas nas bilheterias.
"Será que tudo ficou mais rápido? A resposta é sim", disse o presidente de distribuição e marketing da Universal Pictures Adam Fogelson. "Dependendo do tamanho do público no dia de lançamento, a propaganda boca-a-boca tem efeito na hora", afirmou.
Publicitários avaliam isso através da queda semanal nas bilheterias. Nos últimos anos, a queda entre uma semana e outra vem aumentando significantemente ao passo que a comunicação tem se tornado cada vez mais rápida graças à Internet e, mais recentemente, aos serviços de rede social como o Twitter ou o Facebook.
Este ano, a temporada de julho, que é a mais lucrativa do mercado nos Estados Unidos, por serem as férias de verão, arrecadando até 40 por cento do total anual nas bilheterias, as vendas de ingressos têm caído 51 por cento em média da primeira para a segunda semana desde a estreia de um filme. Os números só se comparam com os de 2007, segundo a Box Office Mojo.
"Se as pessoas já não gostam do filme na sexta, ele pode morrer até o sábado", disse Paul Dergarabedian, presidente de outra empresa do tipo, a Hollywood.com Box Office.
Um dos sites mais inovadores do momento é o Multicolr Search Lab, da Idée Inc. É um sistema de busca alimentado com fotos do Flickr, do Yahoo!. Para usar, é só clicar na paleta de cores (_swatches_); a matriz é preenchida com fotos que correspondem à combinação dos _swatches _selecionados.
O Multicolr Search é uma implementação demonstrativa do Piximilar, uma tecnologia de busca capaz de organizar qualquer acervo de imagens pela cor predominante em cada foto. As aplicações disso em design, moda e decoração são evidentes.
No Flickr, é comum indicar na tag da foto a sua cor predominante ou mais importante, e há um enorme número de grupos devotados a cores específicas. O Multicolr Search transcende essa laboriosa tarefa manual.
Você já clicou num ícone de programa por engano por causa da sua cor? No meu Mac, preciso manter o Safari, iChat e Skype longe um do outro no Dock. Embora todos eles tratem de comunicação via internet, e pela lógica fiquem melhor no Dock reunidos, a chance de abrir um pensando no outro é grande. Isso acontece porque a visão humana emprega a cor predominante de um objeto como fator decisivo no seu reconhecimento, tanto quanto a sua forma e até mais, quando o objeto é pequeno, como no caso dos ícones.
Nos anos 90 virou moda o mosaico montado com fotos, cada uma delas colocada no lugar de um “pixel” com cor e tonalidade equivalente. (Eventualmente o método foi deturpado; o que hoje em dia se vê mais na fotografia publicitária é um mosaico fake com uma foto grande simplesmente sobreposta sobre uma matriz de fotos pequenas.) O Piximilar poderia ser usado como fonte de imagens para montar um desses mosaicos “autênticos”. Pixel Art elevada à última consequência.
Outro produto mais antigo da Idée é o TinEye (tineye.com), um mecanismo de “busca reversa” de imagens. Você sobe para o site uma foto do seu computador (ou dá o endereço de alguma imagem publicada na Web).
O TinEye analisa o conteúdo do arquivo e, à maneira do Google Imagens, mostra achados similares na rede. É uma beleza para identificar fotos baixadas cujos nomes de arquivo não trazem nenhuma informação sobre o assunto ou o fotógrafo. Todavia, ele seria ainda mais útil se o sistema pudesse reconhecer também uma imagem direto da webcam do seu computador, eliminando a etapa do upload.
Um código malicioso que se espalha por mensagens de texto em celulares está abrindo portas para a criação de botnets móveis, ou redes de celulares zumbis.
Os botnets são uma grande ameaça na internet, já que têm potencial para enviar mensagens não solicitadas em massa, roubar dados e promover ataques de negação de serviço, que sobrecarregam redes.
Uma análise recente da empresa de soluções de segurança Trend Micro revela um malware apelidado de Sexy Space, cujo alvo são celulares que rodam o sistema operacional Symbian S60.
O Sexy Space é a variação de um código malicioso (malware) voltado a celulares chamado "Sexy View", descoberto há seis meses, e é o primeiro a se espalhar por mensagens de texto móveis. Ele surgiu inicialmente na China.
A contaminação acontece quando o usuário clica em um link que oferece conteúdo pornográfico, e requer que o usuário instale um programa. Os celulares afetados pelo malware enviam mensagens a todos os contatos de sua lista.
Os autores do golpe online chegaram a conseguir que o Symbian aprove o aplicativo que transforma os celulares em zumbis. A fabricante do sistema operacional veta alguns aplicativos por segurança, mas este processo foi burlado de alguma forma, diz o chefe de pesquisas da F-Secure, Mikko Hypponen.
A última variante, Sexy Space, também é aprovada pela Symbian, e pode baixar novos modelos de mensagens de textos de um servidor remoto para enviar mensagens de texto (SMS, do inglês Short Message Service) diferentes, alerta Rik Ferguson, conselheiro de segurança da Trend Micro. O Sexy Space também é capaz de roubar informações.
Até então, nenhum malware voltado a celulares era capaz de fazer isto, e analistas da Trend discutem se o Sexy Space pode ser definido como um código de botnet.
Esta é a confirmação das possibilidades que analistas levantam desde o ano passado: quanto mais funcionalidades os smartphones tiverem e mais operarem como pequenos computadores, maior é a probabilidade dos dispositivos móveis serem alvo de pessoas mal intencionadas.
Hypponen diz que a F-Secure ainda não tem certeza se o Sexy Space pode se conectar a um servidor remoto, enquanto os engenheiros da Trend estudam onde o servidor pode estar localizado.
O executivo diz que a Symbian foi informada sobre o malware, pois é possível cancelar o certificado que permite ao aplicativo rodar nos dispositivos. Mas este mecanismo não é automático e, dependendo das configurações da operadora usada, pode não funcionar em todos os aparelhos.
A falha descoberta na sexta-feira (17/7) na mais recente versão do navegador Firefox não é explorável, disse a Mozilla, empresa desenvolvedora do software, no domingo (19/7).
A companhia lançou o Firefox 3.5.1 na quinta-feira (16/7), corrigindo uma série de brechas de segurança na versão do browser lançada em junho. Entre elas estava uma vulnerabilidade crítica , que permitia a instalação de um código no PC da vítima sem qualquer autorização.
Na sexta-feira (17/7), alertas começaram a surgir dando conta de uma nova falha na versão 3.5.1, que poderia ser usada para permitir o acesso remoto ao computador da vítima ou para distribuir ataques de negação de serviço . Após examinar os relatos, no entanto, a Mozilla declarou que não é o caso.
Os alertas enviados pela imprensa e por várias agências de segurança indicaram incorretamente que este bug poderia ser explorado. Nossos analistas indicam que não foi identificada qualquer brecha que permita invasão, escreveu o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver, no blog da companhia.
O bug faz o Firefox 3.5 ou 3.5.1 travar em computadores com Windows, mas não abre o acesso ao PC. A falha também atinge as versões 3.0 e 3.5 do Firefox em computadores com Mac.
O travamento ocorre dentro do sistema ATSUI, parte do sistema operacional Mac OS X, da Apple, devido ao que parece ser uma falha na checagem de resultados de alocação. Já reportamos esse problema à Apple mas, como eles não ofereceram uma correção ainda, vamos tentar implementar uma melhoria no código da Mozilla, completou Shaver.
SEATTLE, Estados Unidos, 20 de julho (Reuters) - A Microsoft provavelmente divulgará a primeira queda anual de faturamento desde que abriu capital em bolsa de valores esta semana, mas os investidores estão se concentrando mais nos comentários positivos sobre o Windows 7, sinais de uma recuperação no setor de tecnologia e até mesmo em rumores sobre acordo com o Yahoo que permitiria a empresa desafiar o Google no segmento de buscas online.
A questão para os investidores da maior produtora mundial de software, que anuncia seus resultados trimestrais na quinta-feira, será determinar se o balanço poderá justificar otimismo suficiente para manter o ímpeto que resultou em alta de 63 por cento nas ações da empresa do começo de março para cá.
Pesos pesados da tecnologia como IBM e Intel despertaram expectativas na semana passada ao anunciarem projeções que sugerem que o pior da crise financeira internacional pode já ter passado para o deprimido setor de computadores.
A Microsoft, cujo software aciona mais de 90 por cento dos PCs do planeta, deve se beneficiar disso, com os preparativos para o lançamento da nova versão de seu sistema operacional, o Windows 7, em outubro.
"O sentimento mudou", diz Todd Lowenstein, administrador de carteira de investimento na HighMark Capital. "As pessoas estão começando a se entusiasmar com a visibilidade do Windows 7 agora, as críticas tem sido positivas e existe certa demanda acumulada."
"Eles conseguiram superar as dificuldades em muitos de seus negócios", disse Lowenstein, que administra o fundo mútuo Value Momentum da HighMark, o qual detém 530 mil ações da Microsoft.
Além do Windows 7, que pode ajudar a empresa a se recuperar do lançamento da versão anterior do Windows, Vista, a Microsoft também está preparando uma nova versão do pacote de aplicativos Office, e está avançando diante do Google com o Bing, serviço de buscas na Web lançado seis semanas atrás.
Depois de meses de negociações intermitentes e de uma tentativa frustrada de aquisição no ano passado, a Microsoft também parece pronta para assinar com o Yahoo um acordo sobre buscas e publicidade online, disse uma fonte familiarizada com o assunto. O anúncio pode surgir antes que os resultados do grupo sejam revelados.